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Noturno

Escrito em 28 outubro 2008 Por Marco Antonio Mattos Rezende

Noturno

Chega à madrugada,
Armadura de solitário cavaleiro
Desprendo-me numa cavalgada…

Em busca de batalha
Apenas palavras… Sem escudeiro.
Silêncio, corte de navalha…

Quem sabe, surge iluminada…
Como doce encantamento…
O prazer com a mulher amada
Relaxe meu pensamento.

Mas numa noite silente
O belo não acontecer…
Dormirei num repente
Do extraordinário amanhecer.

Marco Antonio Mattos Rezende

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