Postado em 23 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Postado em 23 outubro 2008 por Beth
Postado em 23 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Postado em 22 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Arthur Picanço
Outros Relatos:
Relato de Viagem – 5ª Bienal de Campos 2
Relato de viagem – 5ª Bienal de Campos 1
Professora Beth Vitória.
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Postado em 22 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
As lições de Eleandro
Antes de Eleandro abrir o seu comércio,
ele já tinha o apelido de Chumbinho.
Sempre morou em Itaperuna recebendo
muito carinho de seus pais. Aos 12 anos
Eleandro já trabalhava. Sua infância era muito difícil,
e hoje ele luta para que a vida de seus filhos não seja igual a dele.
Anderson Custódio, Fernando e Jhemison Lukas.
- Por que você teve a idéia de abrir um comércio?
Eleandro – Porque eu e minha esposa estávamos
lanchando em um lugar, conversamos
e resolvemos tentar a sorte.
Graças a Deus que está dando certo até hoje.
A.F.J. – Qual foi sua sensação ao fazer o primeiro cachorro-quente?
Eleandro – Uma sensação muito boa,
pois você está fazendo sua própria mercadoria.
A.F.J. – Por que seu apelido é Chumbinho?
Eleandro – Porque eu tomei chumbinho (veneno de rato).
Fiquei em coma no hospital.Quando recebi alta e fui trabalhar,
meus colegas ficavam me chamando de Chumbinho e o apelido pegou.
A.F.J. – Você já tinha uma experiência de dirigir um comércio?
Eleandro – Sim, porque eu já trabalhei em outros comércios.
A.F.J. – Você acha que sua lanchonete faz muito sucesso? Por quê?
Eleandro – Sim, porque temos clientes de outras comunidades,
de nossa comunidade. Os clientes falam bem e nós fazemos com carinho.
A.F.J. – O que mudou em sua vida ao abrir essa lanchonete?
Eleandro – Mais trabalho, mais conta para pagar,
mas tem seu lado bom e muito mais.
A.F.J. – O que você faz com o dinheiro que ganha?
Eleandro – Pago as contas, as mercadorias e sustento minha família.
A.F.J. – Você tem ajudante? Quem?
Eleandro – Tenho minha esposa, meus filhos e um funcionário.
A.F.J. – Como era sua vida antes do comércio?
Eleandro – Era boa, mas com um pouquinho de dificuldade.
A.F.J. – Você é feliz com sua profissão?
Eleandro – Sim, gosto muito e me divirto, às vezes, com ela.
A.F.J. – Você tem planos para o futuro? O quê?
Eleandro – Sim, ter uma casa própria e uma mega lanchonete.
A.F.J. – Já teve problema no seu comércio?
Eleandro – Não, mas eu tenho fé em Deus que nunca vai ter.
A.F.J. – Você já teve outra profissão? Quais?
Eleandro – Várias, açougueiro, frentista,
eletricista e servente de pedreiro.
A.F.J. – Você gosta de sua profissão?
Eleandro – Bastante.
A.F.J. – Quando você era criança, qual era seu sonho quando crescesse?
Eleandro – Eu nunca parei para pensar o que eu queria ser quando crescesse.
A.F.J. – Qual é segredo para o seu cachorro-quente ficar tão gostoso?
Eleandro – Fazer com muito carinho.
A.F.J. – Se você não tivesse esse comércio, qual seria sua profissão?
Eleandro – Açougueiro ou eletricista.
A.F.J. – Você tem vontade de abrir lanchonetes em outros bairros?
Eleandro – Sim, até em outras cidades.
Entrevistadores: Anderson Custódio, Fernando e Jhemison Lukas.
Projeto orientado pela Professora:
Rosiméa Fernandes Navarro Nuss.
Postagens anteriores sobre o mesmo assunto:
Postado em 21 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Professores e alunos do 6º ano do Ensino Fundamental
C.E. 10 de Maio
Projeto: Colcha de Retalhos, Professora Sueli do Carmo.
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Postado em 20 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Nessa segunda-feira molhada saímos
em busca de mais informações sobre o OREM,
que apesar de já ter acabado ainda florescia
e frutificava nas mentes criativas
e assustadas dos moradores de Itaperuna
e o mais surpreendente foi receber cumprimentos
pela marcante presença deste nosso blog na internet,
mas voltando à pauta.
Os colégios mesmo com a chuva estavam sem água nas caixas,
pois todas as torneiras estavam abertas
e uma interrogação estava evidente
“Será que a ressaca foi tanta que beberam toda a água?”
Hoje, porém não estava nada muito claro,
além do tempo, o pátio estava uma sujeira só
e os banheiros entupidos, devido à falta d’água
ou pode ser outras coisas…
Numa sondagem de campo subindo
as escadas de um dos colégios,
encontramos o pessoal da limpeza descendo
as escadas com garrafas de Vodka, Whisky,
tudo da melhor marca e importadas e cheias,
mas do produto já processado no ecológico “xixi”.
Não menor que o encantamento
que saltava dos olhos de uma jovem senhora foi o comentário:
“Um desfilava num Porsche vermelho sangue, conversível…
Imagina! Se estudante está num carro desses,
quando formar vai passear de “jatinho”!
Enquanto uma gargalhada deliciosa e elegante bailava no ar.
Também encontramos com representantes
do Corpo de Bombeiro que confirmou certos comentários
como aquele de “surfar” no sabão já falado na outra postagem.
Como também relatou alguns atos de vandalismo nos outros colégios.
Uma moradora do Bairro Fiteiro relatou
que ficara impressionada com o fato:
“Um casal que estava completamente nu desfilando
dentro de um carro e como o motorista estava alcoolizado
fora parado pela patrulhinha e a garota, como veio ao mundo,
saiu do carro “numa boa” parecia até desfilar, mas o cara saiu irado!
Chutando o carro e não teve jeito acabou algemado.”
Outra pessoa relatou que num bar algo que a deixou curiosa:
“Enquanto um ficava dentro de um caixote, como um bebê,
mamando cerveja numa mamadeira,
os outros calibravam a mesma através
de um funil ligado por uma mangueira. Outra analisava:
“Esses alunos devem ser de engenharia e não de medicina,
pois isso é uma verdadeira engenhoca!”
Mas… uma verdade registrada
e confirmada é que entre os mortos e feridos se salvaram todos!
Para ver outro lado do OREM acesse o site:
http://www.centralgonzo.com/
Outra Revista por Marco Antonio.
Postado em 20 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Consciência cósmica
Postado em 20 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Oi Beth!!! Sou músico e busco amigos em Itaperuna…
em breve gostaria de conhecer a cidade…
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