Arquivo | outubro, 2008

OREM 2008 – Itaperuna 3

Postado em 20 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende

” ÓREM por nós!” x)
Imagem cedida através do Orkut/Gláucia Rosa

Já não tão novos…

No último dia já não soavam como novidade
os relatos que chegavam,
mas outros não passavam despercebidos…

Como o comentário de uma amiga que dizia:
“Fui à festa e percebi que as pessoas exageram
nos comentários distorcendo-os
e suas visões dos universitários são totalmente irreais.
Salvo algumas exceções.”

Outra garota comentou também,
que um amigo veio de Campos para confirmar
se o que tinha ouvido lá era verdade:
”Ele disse que no OREM/2001 em Campos,
eles acabaram com os colégios e aconteceram muitas loucuras.
Como o falatório era que em Itaperuna
já haviam morrido quatro pessoas
e que estaria tudo destruído… queria ver se era verdade.
E o pior foi a minha mãe que não queria
que eu fosse devido aos comentários.”

Um dos estudantes ressaltou:
“ Vocês não participaram dos jogos que começavam cedo
e iam até as nove da noite e ficaram muito legais.
E os show de bandas locais no Rock da tarde,
sendo que, no último dia uma banda
que já estava prontinha para se apresentar
foi impedida de tocar, porque a Juíza mandou parar a festa.
Também as pessoas ficam inventando histórias
ou até mesmo relatando fatos esdrúxulos
como se não fizessem isso com os próprios vizinhos.”

“É, mas num dos colégios eles cobriram uma rampa com plástico,
jogavam água com sabão e quebravam carteiras para deslizar…”
disse uma senhora indignada.

Outra garota procurou logo desenhar o final:
“Nesse último dia já não ficou tão bom,
pois deu menos gente, dava para perceber
que muitos queriam se desfazer de seus ingressos ou passaportes
e a maioria estava bêbada e até um pelado vi passando”

“-Pelado, pelado mesmo?” Questionou o estudante.

“-Não! Ele estava de sunga de praia,
mas para um baile estava pelado, até a bunda dele parecia.
Mas no final foi uma cena medieval,
corpos pelos cantos e calçadas como se não tivessem dormindo não.
Estavam embriagados mesmo!
E o pior era a Tropa de Choque enfileirada
por toda a calçada da Capil como se
o exército tivesse tomado a cidade. Nesse sábado,
não se estendeu até o dia seguinte como de costume. ”
Finalizou como se não soubessem sobre a intervenção da Juíza.

Encerramos aqui nosso relato oficioso
e procuraremos mais informações sobre
o que restou dessa “Babilônia Moderna”.

Não é uma afirmação, quanto à “Babilônia Moderna”,
mas com os relatos dá para se questionar.

Olhem mais informações no site:
http://www.centralgonzo.com/

Outra Revista por Marco Antonio.

Temos ainda outras postagens sobre o OREM

Basta clicar que será enviado para lá:

OREM 2008 – Itaperuna 2

OREM 2008 – Itaperuna 4

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Conhecendo a Comunidade 2

Postado em 19 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende

Entrevistado: Emerson Venuto do Prado

“Desde muito pequeno já ajudava os pais
na retífica tendo varias funções,
entre elas, limpeza, serviços bancários,
compras de peças e etc.
Era uma criança muito esperta
e rapidamente aprendeu a fazer as coisas.”

Entrevistadoras: Rafaella, Lilandra, Simara.
Desde muito pequeno já ajudava os pais na retífica tendo varias funções, entre elas, limpeza, serviços bancários, compras de peças e etc. Era uma criança muito esperta e rapidamente aprendeu a fazer as coisas.
Aos 19 anos adquiriu uma pequena lanchonete, que foi trocada por um trabalho num local mais movimentado, e de sociedade com um amigo. Com passar do tempo, viu que não estava dando certa a sociedade e vendeu sua parte. Continuando a trabalhar na retífica.
Depois resolveu comprar uma pequena vídeo locadora, que cresceu muito tendo que mudar de endereço para um lugar bem maior. Fez sociedade na cantina do SESI, onde não foi bem sucedido, deixando de cuidar de sua locadora que já era um empreendimento bem sucedido. Ao final do contrato da cantina, entregou o estabelecimento ficou mais uns meses com a locadora que também fechou.
Ele optou a entrar na firma CLARO onde trabalha de consultor de negócios, chegando a tirar 2º lugar em vendas no seu 2º mês de trabalho.

Entrevistadoras: Você é muito competitivo?
Entrevistado: R: SIM.
Entrevistadoras: Você já perdeu algum cliente?
Entrevistado: R: SIM.
Entrevistadoras: Se perdeu ou se perder ficará chateado?
Entrevistado: R: SIM.
Entrevistadoras: Sua procissão influi na convivência com a família?
Entrevistado: R: SIM.
Entrevistadoras: Você já teve clientes meio ignorantes que demonstraram que não ficaram satisfeitos com seu trabalho?
Entrevistado: R: SIM.
Entrevistadoras: Se saísse de sua profissão por qual motivo seria?
Entrevistado: R: Algo melhor.
Entrevistadoras: Você gosta do que faz?
Entrevistado: R: SIM.
Entrevistadoras: Por que escolheu esta profissão?
Entrevistado: R: Porque gosto de trabalhar com esse tipo de comércio.
Entrevistadoras: Se fosse seguir outra profissão qual seria?
Entrevistado: R: Representante comercial.
Entrevistadoras: Você gosta de sua profissão?(incluindo: salário, local de trabalho, companheiros e etc…).
Entrevistado: R: Gosto.
Entrevistadoras: O que fazia antes de seguir esta profissão?
Entrevistado: R: Era dono de lanchonete.
Entrevistadoras: Pra você esta profissão é adequada para todos ou só para consultores?
Entrevistado: R: Só para consultores.
Entrevistadoras: Tem pessoas, que não sabem separar vida profissional da pessoal?
Entrevistado: R: Esforço-me o máximo para isso.
Entrevistadoras: Na vida como na profissão teve alguma situação difícil pra resolver?
Entrevistado: R: SIM.

ENTREVISTADORAS: Rafaella, Lilandra, Simara.
Projeto orientado pela Professora:
Rosiméa Fernandes Navarro Nuss.
Postagem sobre o mesmo assunto anterior:
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Amor Bandido – Thaís Gulin

Postado em 19 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende

Amor Bandido – Edu Lobo

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O romantismo nos tempos modernos 9

Postado em 19 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende

Amor expresso

Atualmente o romantismo é expresso
de forma diferente de antigamente,
onde o amor era mais valorizado
e também um princípio do relacionamento.

Hoje em dia, o romantismo sobrevive,
porém com menos intensidade,
pois somente algumas pessoas adquirem atitudes
consideradas românticas como forma
de expressarem seus sentimentos.

Ser romântico nem sempre é ser brega;
depende da forma como o amor é expresso.
Um exemplo disso é se uma pessoa
receber várias cartas de amor,
em que o remetente está obcecado por ela,
tornando essa uma situação piegas.
Já receber uma telemensagem no dia do aniversário
com uma declaração, flores, bombons…
pode ser considerada uma boa prova de amor.

Um casal apaixonado deve impor limites para não deixar
o relacionamento “meloso” e acabar afastando um do outro.
O romantismo não deve ser expresso
somente com bens materiais, mas sim através de gestos
e palavras na medida certa.

Enfim, ser romântico é agradar a ambos os lados
de uma forma sincera, sem interesse,
sem ser infantil e nem meloso demais.
O ideal é que haja diálogo
para que cada um saiba do que um gosta ou não gosta,
construindo uma relação na base da compreensão.

Clarisse e Marília

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Expressão Arte – Ballet

Postado em 18 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende

Ballet SESI Itaperuna

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OREM 2008 – Itaperuna 2

Postado em 18 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende

Disse me disse no OREM

Neste sábado a caminho da padaria

deu para perceber que a cidade
está mais que envolvida com o OREM
(Olimpíadas Regionais dos Estudantes de Medicina).
Uns elogiando e outros com críticas afiadíssimas ao encontro.
Sendo que, o que relatarmos aqui não constará em nenhum laudo,
prescrição ou BO, pois não passa de relatos
em respostas a nossa “curiosidade blogueira”.
Já tinha ouvido falar sobre o jovem
que havia tomado banho pelado no chafariz
e que fora preso por atentado ao pudor,
mas hoje a relevância estava para
a mudança da tranqüilidade itaperunense,
que tomada de assalto pelo comboio policial
ainda não visto por aqui, mesmo repleto de grande força
não haveria uma ocorrência para tanto, mas vai-se saber…
Outros já comentavam sobre a quantidade de gente bonita
que estava no show da Banda Eva,
outros lamentavam por não terem visto tanta gente assim,
ontem, com DJ Malboro.
Mas concordavam em termos de animação,
pois mesmo que a banda parasse não haveria trégua
para a empolgação e que nem o amanhecer seria ponto final,
ainda queriam mais e mais, até que para alguns a exaustão
se tornasse agressividade direcionada
ao outro por alguma frustração não aparente.
Então surge uma discrepância em relação aos alunos,
em suas rivalidades, que em comemoração
ou provocação gritam seus gritos de guerra
menosprezando seus rivais. Ressaltando também
algumas características colocadas por uma participante,
mas que não era aluna de medicina:
“Aquele cara chegou para mim se achando ‘o todo poderoso’
só porque cursava medicina, estava fazendo pouco do meu curso.
Disse prá ele que não seria ninguém se continuasse assim
e fui logo dispensando!” E que sentia que a maioria deles era assim,
mas que também encontrou outro “mais gente”.
Não se falava nada dos esportes,
mas alguns estavam preocupados
com o estoque de cerveja da cidade,
que por sua informação já estava chegando ao fim!
Não sabia se sustentaria até o final de hoje, último dia.
“Olha o OREM mudou a moda em Itaperuna,
quando vamos à festa na Cooperativa parece um desfile de moda!
Nessa estava todo mundo à vontade, bermuda, rasteirinha,
até havaiana eu vi!” Dizia com perspicácia a garota.
“ Mas tem coisa que não muda! Vocês viram a fila?
Tudo também muito caro!” outro dizia como se reivindicando direitos.
Onde se tem muitas pessoas tudo pode acontecer,
alegria, compartilhamento, conhecimento,
mau-caratismo, calotes e realizações.
Não se pode negar o envolvimento da cidade em relação ao evento.
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Outra Revista por Marco Antonio.
Temos outras postagens sobre o OREM:
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Histórias do C.E.10 de Maio, 80 Anos. Elias Júnior

Postado em 18 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende

Mister Been
Desenho de Yullian Lopes
(6º ano)

O CHORÃO

Um belo dia… no 10 de Maio aconteceu algo raro,
todos os alunos da 4ª série estavam presentes.
Eu olhando a sala cheia
e bem movimentada achei bem esquisito,
pois nem no primeiro dia de aula a turma se reuniu assim.

Era numa terça feira, dia primeiro de outubro,
nunca me esqueci disso!

De repente Roberto começa a chorar
e logo Túlio que estava a seu lado disse:

- Por que está chorando, Roberto?
E ele respondeu:
-Nada, não!
Na mesma hora a turma riu alto
e Roberto não conformado, disse chorando:
- De que vocês estão rindo não se pode nem chorar mais em paz?
E eu não satisfeito com a resposta disse-lhe:
- Será que você pode falar logo!
E ele:
-Não!
Everaldo que na época era o nosso professor pediu
para o Roberto dizer-lhe o que havia acontecido,
nem que fosse a seu ouvido:

- Fala no meu ouvido o que aconteceu!

E Roberto baixinho disse no ouvido de Everaldo
que não se conformou e acabou falando para toda a turma.
E ai que ele chorou mais ainda!

( Os nomes dos alunos são fictícios)

Elias Junior – 7º Ano

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Histórias do C.E.10 de Maio, 80 Anos.

Postado em 17 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende

Amizades

Como todo ano, vêm amigos e vão amigos.

Isso nunca será diferente.
Este ano me aproximei de uma dupla que me fascinou!
Jéssica e Dayanne. Éramos o trio perfeito,
até brincávamos assim.

Mas logo no segundo bimestre aparece alguém

que não era esperada…
Na primeira impressão era uma garota muito “patricinha”
ela tinha uma voz melosa, sei lá!
Achei-a muito “metida”!
E por bons modos, começaram “os oi, os tchau…”
Nem imaginávamos que o trio se tornaria um quarteto…
Estávamos nos preparando para o passeio a Miguel Pereira,
sobrou uma vaga, Karine quis ocupá-la,
desde então fomos “obrigadas” a esperar
e nos emocionar dia após dia.
Nas equipes com quatro pessoas, Jéssica,
Dayanne, Karine e eu sempre, juntas!
Quando era dupla, dividíamos entre nós quatro.
Quando alguém exigia trio, reclamávamos até ficar no quarteto.
O dia da viagem se aproxima: planos e mais planos!

Karine me convida para ficar em sua casa,

porque eu moro mais afastada.
E quando chego, ela diz que queria mudar de turma,
segundo ela, na primeira impressão,
não tinha ninguém interessante na sala.
Nós duas rimos muito, nos perguntando:
Uma dormindo na casa da outra?
Não era uma sem graça e a outra metida?
Viajamos! Viagem perfeita, diga-se de passagem.
Ao retornarmos, mais amigas nós quatro fomos ficando.
Já visitamos casas e Igrejas umas das outras.
Recreios, conversas, confidências, brincadeiras,
tudo compartilhado. Com elas, impossível ficar pra baixo,
só de nos olharmos já rimos à toa!
Amizades assim nunca se vão!
Pois o que sinto por elas vai marcar por toda vida!
Palavras amigas e sinceras…
acho que as melhores que eu ouvi!
E ter o 10 de Maio como cenário é algo especial,
escola de amigos, de professores fantásticos e competentes!
O que lá surgiu irá durar por toda a vida,
amizades e aprendizagem!

Tammy Dionísio

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O menino do tempo – Edson Penha

Postado em 17 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende

O menino do tempo

Como num sonho feliz
De acordar dormindo
Sem voltar para cá

As imagens soltas
vão evoluindo
Umas sobre as outras
Num bailado livre
Colorindo de luz
Um caminho de amores

Numa réstia luminosa
Despencada ao espaço
Procuro-me absorto
Extasiado e escasso
Procurando o meu norte

Ainda sem sorte
Sou levado na esteira
De experiência insular
Meio querendo ir
E tentando acordar.

Mas, qual espanto o meu
Que devera ser triste
E assim me alegrar
E não gozar de estesia
De tamanho sem par
Extravasando alegria
Onde a noite era dia

E o menino do tempo
Perdido no espaço
Querendo apenas sonhar.

São Fidélis 07out08
Edson Penha
Publicado no Recanto das Letras em 15/10/2008

Código do texto: T1230279

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À procura de você… Neuda Lúcia

Postado em 17 outubro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende

À procura de você…

Procurei a poesia moderna
mas tudo era tão terno e fios
e as luzes do caminho comiam postes

Caminhamos por traços que não passamos
que não traçamos nem ousamos passar
fico sentada e muda como você
olho pros lados e lábios como você
me ressinto muito como você
no recinto tudo como você
como você em cômodos
incomodada por não comer
comer camas moldadas por porções
estranha juventude típica foi …

Há um pedaço da história e do tempo
como você sentado inflando membros
de “sem ti” dor…

Neuda Lúcia

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Parkour Itaperuna



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