Postado em 27 novembro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Um projeto da Professora Luciana dos Santos Silva
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Postado em 26 novembro 2008 por Beth
Leia mais em http://itaperuna-noticias.blogspot.com/
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Postado em 26 novembro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Postado em 26 novembro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Paródia
Minha terra tem crianças
Onde nascem sem parar
As crianças que aqui nascem
Não têm lugar pra ficar
Nosso céu está escuro
Nossas margens, secas estão…
Nossos parques estão vazios,
Sem destino pra mudar…
Só de pensar, sozinho, à noite
Mais desgostoso fico de lá.
Minha terra tem crianças…
Sem lugar pra ficar;
Minha terra tem mais temores
Que tais não há como acabar
Só de pensar sozinho à noite,
Mais desgostoso fico de lá,
Minha terra tem crianças
Sem lugar pra ficar.
Não permita Deus, que eu parta,
Sem que eu veja tudo mudar;
Acabar os terrores…
Que não consiga deixar pra lá!
E sem que aviste as crianças
Com lugar pra ficar.
Alexsandra
Turma: 2005 (1° bimestre/2006)
Professora: Beth Vitória Rezende
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Postado em 26 novembro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Um Filme
De Jorge Fernando
Postado em 26 novembro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Postado em 26 novembro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Em um dia normal como os outros, ando em direção ao primeiro dia de aula. Na realidade não estava muito animada, pois tinha acabado de sair de uma escola que gostava muito, mas fazer o quê? Não tive outra opção! Quando entro no colégio levo um susto, um local totalmente diferente, muitos alunos, e a impressão que tive: Não gostavam de mim!
Quando entro na sala vejo rostos, que nunca tinha visto, à primeira vista não tinha gostado deles, afinal… nem me deram confiança, então tímida sentei na última carteira e lá fiquei quieta.
Depois de uns dias fui me acostumado com as pessoas daquela sala, não passava por minha mente que hoje eu poderia tê-los como amigos.
Confiei primeiramente na Ana Paula morena, alta,cabelos curtos,olhos castanhos, gostei muito do seu jeito de ser e a outra foi a Cleidiane morena alta, cabelos longos, olhos grandes e castanhos, quieta, mas quando precisa… quando abre a boca sai de perto!
Hoje, fico parada num canto pensando e vejo como foi bom ter vindo estudar no Colégio Estadual 10 de Maio! No começo não gostava muito, agora vejo as amizades que fiz, gosto de todos, adorei meus professores e esse é um pedaço de minha vida!
Nome: Natasha Gonçalves
Professora Beth Vitória Rezende
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Postado em 25 novembro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Postado em 25 novembro 2008 por Marco Antonio Mattos Rezende
Assim deveria ser o quotidiano
Por que é tão difícil comentar a respeito do que deixa em nós a sensação de alegria? É apanágio dos seres humanos a memória seletiva, seleção estranha esta, pois tende ao sofrimento. Parece que fazemos das horas mais felizes sinônimos para fugacidade. O tempo é grande aliado. As horas passam muito devagar quando algo nos incomoda.
Lembro-me de que quando era criança chorava muito e reclamava com minha mãe por me sentir sozinha. Num desses dias, em especial, recebi a visita de Aryanne, uma amiga. Parece que ela adivinhou. Veio sorrindo me convidar para brincar. Só eu sei como isso me deixou feliz.
Assim como receber uma visita quando se precisa, diversas atitudes podem ser consideradas: receber um sorriso ou um abraço sinceros, um bom-dia que seja; aquele dia livre em que podemos nos dar o luxo de ficar horas lendo,desenhando, escrevendo, ou seja, realizando qualquer tarefa que proporcione prazer; ou um dia em que fazemos algo em família a fim de estreitar laços; doamos um pouco do nosso tempo ao outro, ajudamos alguém e ao colocarmos a cabeça no travesseiro pensamos no curso do dia, satisfeitos; flores e bombons que recebemos sem esperar; comer algodão doce e lembrar da infância…
Esses momentos devem se tornar marcas eternas para que a caminhada permaneça menos árdua. Acredito que o tempo pode desestruturar a maioria das coisas, mas há sempre aquelas intocáveis, que nem o tempo, a distância ou a morte podem ir contra elas, pois estas transcendem os limites da vida.
Por Stella
Professora Karen Correa
Outros links:
Crônicas – Crônicas do Cotidiano – Lucas
Crônicas – Nas pequenas coisas – Evelly
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