Arquivo | maio, 2009

Réu – Raysa Martins

Postado em 23 maio 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

Bolas vermelhas circulando
em direção ao céu,
voltando rapidamente para as pequenas mãos
do experiente réu.
Réu da esmola,
réu da bola.
Uma criança apenas, e já de pés ao chão,
trabalhando com esforço…
para pagar apenas um só pão.
Lá vai de novo o pequeno menino réu,
prisioneiro deste mundo tão injusto e cruel.
Carros parando e suas bolas vermelhas
ao céu de volta circulando.
Ao olhá-las sonha…
Sonha em estudar, crescer, casar…parar!
Parar de ser réu da rua!
Réu do calor do sol e do frio da lua!
Sinal abre e o menino continua vivendo…
sofrendo, cansando, malabarando…
sonhando…

Raysa Martins

2ª Série – Turma 2010/ 2005 – 1º turno
Professora: Elizabeth Vitória de Oliveira Costa Rezende

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Graciana Rodrigues – Lajense – Na orquestra Kuarup – Rio das Ostras

Postado em 21 maio 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

Professora Graciana – Nininha – Lajense

Essa Orquestra Kuarup de Rio das Ostras,
fará a abertura do Festival de Jazz com Mário Sève e David Ganc

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Cristo Redentor

Postado em 21 maio 2009 por Beth

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Cristo Redentor

Fico aqui sempre parado,
No meu cantinho, sozinho,
Vigiando esta cidade
Vendo tudo que acontece.

Quando olho para ela
Pra suas casas, suas escolas,
Pro seu povo, pra essa gente
O meu coração se aquece.

Quando vejo a violência
A miséria, que me cerca
O meu coração se fecha
E o meu ser se entristece

Quem sou eu?
Eu sou aquele
Que do alto desse morro
Velo por Itaperuna.

Sou o Cristo Redentor
E por ti, povo querido
Tenho um grande,
Um imenso amor.

Matheus Cirino C. Cunha – aluno da turma 603/08
Olimpíadas do Português/ 2008
Professora: Sueli do Carmo.

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Silvério Pontes de Laje do Muriaé

Postado em 20 maio 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

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Odilon de Oliveira – Destaque Nacional

Postado em 20 maio 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

Odilon de Oliveira, de 56 anos, estende o colchonete no piso frio da sala, puxa o edredom e prepara-se para dormir ali mesmo, no chão, sob a vigilância de sete agentes federais fortemente armados. Oliveira é juiz federal em Ponta Porã, cidade de Mato Grosso do Sul na fronteira com o Paraguai e, jurado de morte pelo crime organizado, está morando no fórum da cidade. Só sai quando extremamente necessário, sob forte escolta. Em um ano, o juiz condenou 114 traficantes a penas, somadas, de 919 anos e 6 meses de cadeia, e ainda confiscou seus bens. Como os que pôs atrás das grades, ele perdeu a liberdade. ‘A única diferença é que tenho a chave da minha prisão.’

Traficantes brasileiros que agem no Paraguai se dispõem a pagar US$ 300 mil para vê-lo morto. Desde junho do ano passado, quando o juiz assumiu a vara de Ponta Porã, porta de entrada da cocaína e da maconha distribuídas em grande parte do País, as organizações criminosas tiveram muitas baixas.Nos últimos 12 meses, sua vara foi a que mais condenou traficantes no País. Oliveira confiscou ainda 12 fazendas, num total de 12.832 hectares, 3 mansões – uma, em Ponta Porã, avaliada em R$ 5,8 milhões – 3 apartamentos, 3 casas, dezenas de veículos e 3 aviões, tudo comprado com dinheiro das drogas. Por meio de telefonemas, cartas anônimas e avisos mandados por presos, Oliveira soube que estavam dispostos a comprar sua morte. ‘Os agentes descobriram planos para me matar, inicialmente com oferta de US$100 mil.’ No dia 26 de junho, o jornal paraguaio Lá Nación informou que a cotação do juiz no mercado do crime encomendado havia subido para US$ 300 mil. ‘Estou valorizado’, brincou. Ele recebeu um carro com blindagem para tiros de fuzil AR-15 e passou a andar escoltado. Para preservar a família, mudou-se para o quartel do Exército e em seguida para um hotel. Há duas semanas, decidiu transformar o prédio do Fórum Federal em casa. ‘No hotel, a escolta chamava muito a atenção e dava despesa para a PF.’ É o único caso de juiz que vive confinado no Brasil. A sala de despachos de Oliveira virou quarto de dormir. No armário de madeira, antes abarrotado de processos, estão colchonete, roupas de cama e objetos de uso pessoal. O banheiro privativo ganhou chuveiro. A família – mulher, filho e duas filhas, que ia mudar para Ponta Porã, teve de continuar em Campo Grande. O juiz só vai para casa a cada 15 dias, com seguranças. Oliveira teve de abrir mão dos restaurantes e almoça um marmitex, comprado em locais estratégicos, porque o juiz já foi ameaçado de envenenamento. O jantar é feito ali mesmo. Entre um processo e outro, toma um suco ou come uma fruta. ‘Sozinho, não me arrisco a sair nem na calçada.’

Uma sala de audiências virou dormitório, com três beliches e televisão. Quando o juiz precisa cortar o cabelo, veste colete à prova de bala e sai com a escolta. ‘Estou aqui há um ano e nem conheço a cidade.’ Na última ida a um shopping, foi abordado por um traficante. Os agentes tiveram de intervir. Hora extra. Azar do tráfico que o juiz tenha de ficar recluso. Acostumado a deitar cedo e levantar de madrugada, ele preenche o tempo com trabalho. De seu ‘bunker’, auxiliado por funcionários que trabalham até alta noite, vai disparando sentenças. Como a que condenou o mega traficante Erineu Domingos Soligo, o Pingo, a 26 anos e 4 meses de reclusão, mais multa de R$ 285 mil e o confisco de R$ 2,4 milhões resultantes de lavagem de dinheiro, além da perda de duas fazendas, dois terrenos e todo o gado. Carlos Pavão Espíndola foi condenado a 10 anos de prisão e multa de R$ 28,6 mil. Os irmãos , condenados respectivamente a 21 anos de reclusão e multa de R$78,5 mil e 16 anos de reclusão, mais multa de R$56 mil, perderam três fazendas. O mega traficante Carlos Alberto da Silva Duro pegou 11 anos, multa de R$82,3 mil e perdeu R$ 733 mil, três terrenos e uma caminhonete. Aldo José Marques Brandão pegou 27 anos, mais multa de R$ 272 mil, e teve confiscados R$ 875 mil e uma fazenda.
Doze réus foram extraditados do Paraguai a pedido do juiz, inclusive o ‘rei da soja’ no país vizinho, Odacir Antonio Dametto, e Sandro Mendonça do Nascimento, braço direito do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. ‘As autoridades paraguaias passaram a colaborar porque estão vendo os criminosos serem condenados.’ O juiz não se intimida com as ameaças e não se rende a apelos da família, que quer vê-lo longe desse barril de pólvora. Ele é titular de uma vara em Campo Grande e poderia ser transferido, mas acha ‘dever de ofício’ enfrentar o narcotráfico. ‘Quem traz mais danos à sociedade é mega traficante. Não posso ignorar isso e prender só mulas (pequenos traficantes) em troca de dormir tranqüilo e andar sem segurança.’
ESTE MERECE NOSSOS APLAUSOS! POR ACASO A MÍDIA NOTICIOU ESSA BRAVURA QUE O BRASIL PRECISA SABER?POR FAVOR, FAÇA A SUA PARTE!
DIVULGUE O MÁXIMO QUE PUDER!!!
Enviado por Sandra Valeriote
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José Carlos Ligiero – por Kátia Ligiero

Postado em 19 maio 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

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José Carlos Ligiero


As primeiras lembranças que tenho de meu pai são de lindos ensaios do coral na sala de minha casa. Eu tinha cerca de quatro anos e dormia embalada por lindas vozes, regidas por ele.

Mais tarde além dos corais, vieram outras: O Conjunto de Seresta, A orquestra de Câmara, a querida Banda de Música, que completa 50 anos em novembro deste ano, as composições, incontáveis arranjos e a fotografia.

Ao mencionar isto, não sigo a ordem cronológica, sigo a linha de minha memória, memória afetiva, as lembranças vêm, e a caneta corre sozinha sobre o branco do papel.

Lembro-me de ver meu pai sempre com a máquina á postos, vendo beleza onde eu não via nada. Através das lentes de meu pai, descortinou-se um mundo de belezas, uma flor, uma gota de orvalho, um por do sol na Beira-Rio transformavam-se em pinturas de rara beleza.

Para mim ainda menina, era fascinante ver meu pai horas e horas compondo ou ajoelhado diante de uma flor, procurando o melhor ângulo, a melhor luz.

Na década de 70 o grande pianista Miguel Proença o convidou para expor na Sala Cecília Meireles suas fotos. O concertista havia ficado maravilhado com as obras do Maestro-Fotógrafo.

Mais tarde veio a Orquestra José Carlos Ligiero, ou Star Dust, nome que nunca pegou, pois todos a chamavam pelo nome do maestro. A orquestra teve a honra de se apresentar na Ilha Fiscal, no Rio de Janeiro, local onde ocorreu o último baile do império; apresentou-se também
inúmeras vezes na casa de espetáculos Scala e em outros estados. O local onde menos se apresentou foi Itaperuna.

o acervo do meu pai conta com composições em quase todos os estilos musicais, música sacra, valsas e etc.

Sua preocupação e amor com a nossa cultura rendeu vários arranjos que incluem cantigas de roda, caxambu e muito mais coisas da cultura fluminense. A própria banda de música sobreviveu graças a sua teimosia e grande amor por ela. Este trabalho lhe rendeu o Golfinho
de Ouro, maior prêmio do estado, dado a vários setores artísticos, como música, teatro, cinema, etc.

Ao papai coube o prêmio pela Preservação do Patrimônio Cultural do Estado.

Não posso descrever o orgulho que senti ao ver meu pai no palco ao lado de artistas renomados como Maria Bethânia, Bibi Ferreira, Ângela Leal e outros, recebendo tão merecido prêmio.

É difícil falar de meu pai, pois o amor, a admiração de filha e fã trazem junto com as lembranças, a emoção de ter o privilégio de ser filha de um homem brilhante.

A cada vez que tocam uma música, um dobrado de sua autoria, um arranjo marcado pelo estilo inconfundível de seus trabalhos, quando o público vibra e ele se transforma no palco, as lágrimas toldam meus olhos, sinto meu coração crescer e penso: como e possível tanta sensibilidade, tanto talento guardados no coração de um homem (aparentemente) fechado? E que ele fala com a alma e a dele, desprezando a palavra, faz brotar toda esta beleza em sons e imagens.

Meu pai, meu amigo e confidente, um homem, um artista inovador e brilhante, modesto quando fala de si, pois é tímido, transformou minha vida, pois poucos tiveram o privilégio de ser ninada ao som de um coral.

Este é o depoimento emocional e pessoal que pude fazer. Desculpem a falta de modéstia. Eu amo e me orgulho de ser filha de José Carlos Ligiero.

Kátia Ligiero

Fonte: Jornal DMais Cultura

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Jámerico Garcia – Homenagem feita pelo Programa Raul Gil .

Postado em 17 maio 2009 por Beth

Postagem no you tube de Gilson Jardim.

Homenagem ao Artista feita pelo

Programa Raul Gil da Band à Jamérico Garcia,

após a última apresentação da

Grande Final do Programa Quem Sabe Canta,

apresentado dia 25 de abril de 2009.

Nela, seus irmãos e sobrinha

fazem uma bela homenagem

a quem tanto nos deu tanto orgulho,

orgulho de ser Itaperunense,

orgulho de ser humilde e vencedor…

Parabéns meu amigo…

Gilson Jardim

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Dia da Internet- 17 de Maio

Postado em 17 maio 2009 por Beth

O dia 17 de maio marca a celebração mundial da rede virtual que modificou hábitos, diminuiu espaços e conectou pessoas de todos os continentes do mundo. Trata-se do Dia da Internet, idealizado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 2005 e que chega ao quinto ano de comemorações. Segundo o site que hospeda informações sobre o evento, 23 países aderiram ao movimento com ações locais específicas. É possível acompanhar o que está programado para o dia 17 de maio em alguns países, entre eles, Chile, Guatemala, Peru e El Salvador. O tema que perpassa as celebrações em 2009 é Proteger a Infância no Ciberespaço. Em uma mensagem enviada a internautas de todo o mundo, o sr. Ban Ki–Moon, Secretário Geral das Nações Unidas, pondera: “O mundo virtual oferece possibilidades para educar e ajudar as crianças a se transformarem em adultos criativos e produtivos. Mas temos que estar atentos aos perigos que podem deixar cicatrizes indeléveis em suas vidas. Políticos e empresários devem encontrar formas para que o mundo virtual, em sua rápida evolução, seja um lugar seguro para todos”. No Brasil, o site Dia Mundial da Internet lançou um concurso cultural para a celebração do evento.

Confira todos os detalhes em:
http://www.educarede.org.br/educa/index.cfm

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XXI Festival da Canção de Cardoso Moreira

Postado em 16 maio 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

Clique na imagem para ampliar.

Estão abertas as inscrições para o

XXI Festival da Canção de Cardoso Moreira

que será realizado nos dias 29 e 30 de maio de 2009,

o XXI FECAM, este ano, chega a sua 21ª edição.

A cada ano de realização o festival de música cresce

e cada vez mais há compositores, músicos e intérpretes interessados

em concorrerem aos atraentes prêmios que neste ano

chegarão a R$ 8.000,00. Os interessados em participar

do XXI FECAM podem se informar

e realizarem suas inscrições através da:

Secretaria de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer

Tel.: (22) 2785-1147 e-mail: casadaculturaljb@gmail.com

Tel.: (22) 9903-4542

(Ailton)e-mai: ailton_nguimaraes@hotmail.com
No espaço desse e-mail favor colocar “underline” _

Em Anexo Regulamento e Cartaz Abraços:

Anderson Lobo Assessor

http://www.cardosomoreira.rj.gov.br/

Prefeitura Municipal de Cardoso Moreira

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Psicocine – O Tambor

Postado em 16 maio 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

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No Auditório da Fundação São José
Dia: 02/06/2009
Horário: 18 horas e 15 minutos

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Parkour Itaperuna



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