Arquivo | novembro, 2009

Esclarecimento – Por Claudete Cerqueira.

Postado em 30 novembro 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

Escrevi esse artigo sobre o amor que o papai tem por Itaperuna e pelos itaperunenses. Veja se existe algo que possamos fazer para melhorar a sintonia da cidade e esclarecer a deturpação jornalística?

Hoje cedo fui surpreendida por este absurdo artigo no jornal O Globo que anunciava a despedida do Claudão. Fiquei pensando no grau de maldade, veneno e destrutividade que pode existir em alguém que articula algo assim.

Quem conhece Cláudio Cerqueira Bastos sabe muito bem o que pode esperar dele: uma total dedicação à causa de Governar Itaperuna.

Ele lutou 12 anos contra o poder econômico, as politicagens, as jogadas políticas clássicas e se manteve sempre fiel ao seu povo e ao seu ideal. Mesmo sendo hostilizado, desestimulado e até mesmo ridicularizado por muitas pessoas, ele não se abateu e continuou perseverando para conseguir novamente voltar para o lugar de onde nunca deveria ter saído.

Iniciou a sua campanha como um típico bloco do eu sozinho, mas a sua fé, a sua coragem e determinação conseguiram contagiar e fazer renascer no povo novamente a confiança e esperança em dias melhores. Fez tudo isso com uma inabalável autoconfiança, total humildade e aquela certeza que só pode ser entendida ou justificada quando se ouve a voz do coração.

E tudo isto, não são palavras, são atitudes, constatações, fatos que podem ser comprovados por qualquer cidadão.

Cláudio Cerqueira Bastos não é apenas um nome, é um político na real grandeza do sentido da palavra, daquele que vive para servir ao povo. Seu estilo único de governar deveria ser motivo de orgulho para a cidade e inspiração para os jovens que desejam ingressar na carreira política, porém,em vez disso desperta muita fúria naqueles que não gostam de trabalhar e desejam apenas manipular e governar em causa própria .

Mas, apesar de toda essa campanha negativa, o que se pode constatar a olhos vistos é que mesmo com idade avançada, ele se renova a cada dia, pois ele sempre soube que a maior fonte da juventude é uma palavra mágica chamada MOTIVAÇÃO.

O tônico milagroso que ele ingere ninguém pode comercializar. Cada obra concluída, cada melhoria para a vida do povo da cidade é uma pílula gigantesca de realização!

Se existe algo que não se consegue separar é Itaperuna de Claudão. Não existe Claudão sem Itaperuna e nem Itaperuna sem Claudão, Aonde quer que se ande ou se olhe, pode-se encontrar um pouco do Claudão. No alto do Cristo Redentor, na música alegre da banda que passa; na vibração do futebol do Porto Alegre Futebol Clube, nos calçadões floridos da cidade, nos eventos populares da concha acústica, nas pontes que unificam os bairros da cidade, nos distritos, nos carnavais, nos beijos das crianças, nos abraços comovidos das comadres, nos encontros com as pessoas na rua… lá ele está! Vivendo a Itaperuna de cada dia!

E é exatamente isso que Itaperuna representa para Cláudio Cerqueira Bastos: a sua grande inspiração, a verdadeira paixão e sua principal fonte de realização. Como diria o Claudão:

- Desistir de Itaperuna?

-Nem morto!…

O amor é mesmo atemporal!

Por Claudete Cerqueira.

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Adler Tatagiba e José Carlos Ligiero são notícias no Globo – 29/11/2009

Postado em 29 novembro 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

 

Saiu no jornal O GLOBO,
no caderno Norte Fluminense
no dia 29 de novembro de 2009.

Comentário (1)

Rádio no Ar – 26 de novembro no Teatro SESI – Itaperuna

Postado em 25 novembro 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

 
Uma comédia com Raul Gazolla e Marcos Veras
A rádio tem um papel cativo no coração dos brasileiros. Em muitos lares, é ela quem dá o primeiro bom-dia, apresenta as notícias mais frescas, as promoções imperdíveis do mercado, os melhores conselhos, as mais fortes emoções. A relação do brasileiro com seus aparelhos de rádio é íntima, como se locutores e comentaristas fizessem parte da família. Quantas vezes não se está tão familiarizado com uma voz que parece ser de um amigo antigo? Quantos radialistas não se tornam companhia inseparável dos brasileiros que estão a caminho do trabalho, ou preparando o café-da-manhã para seus filhos?
O espetáculo Rádio no Ar, nesta quinta-feira, no Teatro SESI Itaperuna, leva o espectador justamente para os bastidores destes programas que fazem parte de sua vida há tanto tempo. Não se trata de uma sátira, e sim de uma homenagem bem-humorada a todos os comunicadores de rádio. Seus quadros retratam as atrações mais comuns nas rádios populares: as notícias, com comentários precisos e o imediatismo que só a rádio possibilita; o consultório sentimental para aqueles que procuram soluções para seus problemas pessoais; a rádio-novela e sua força dramática na imaginação do público; as promoções, as piadas, os comentários sobre música, a participação dos ouvintes e as mensagens positivas. Tudo no espetáculo busca o humor não em sua forma rasteira, gratuita, mas por meio da identificação dos signos radiofônicos presentes no palco com as lembranças que todos trazem dos programas que se tornaram amigos de seus dias.
Ingressos no SESI:
Rádio no Ar, quinta-feira, dia 26 de novembro, às 20h: R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia – Clientes SESI Clube, Terceira Idade e Estudantes)
Classificação: 12 anos

Realização: Circuito Cultural SESI-RJ – Sistema FIRJAN
Apoio: Faculdade Redentor, Estilo Off, Hotel Caiçara

Mais informações: 3811-9200

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Cadastramento e recadastramento dos artesãos de Itaperuna

Postado em 24 novembro 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

Com o objetivo de revitalizar e promover o artesanato local, a Associação de Artesãos de Itaperuna e realizará de 07 a 11 de dezembro de 2009, das 13h às 17h, o cadastramento e recadastramento dos artesãos do município de Itaperuna, na Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Turismo, situada na
Avenida Cardoso Moreira, 285,
Shopping Itaperuna Rio Center, sala 108.
Secretaria de Desenvolvimento,Indústria, Comércio e Turismo
 
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Consciência Negra

Postado em 20 novembro 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

Pablo Picasso, por volta de 1905, tomou conhecimento da arte africana – e aí surgiu nitidamente a inspiração para o movimento cubista.
Um exemplo dessa influencia é o importante quadro “Les Demoiselles D’avignon”.

África de todos nós
Os diversos povos que habitavam o continente africano, muito antes da colonização feita pelos europeus, eram bambambãs em várias áreas: eles dominavam técnicas de agricultura, mineração, ourivesaria e metalurgia; usavam sistemas matemáticos elaboradíssimos para não bagunçar a contabilidade do comércio de mercadorias; e tinham conhecimentos de astronomia e de medicina que serviram de base para a ciência moderna. A biblioteca de Tumbuctu, em Mali, reunia mais de 20 mil livros, que ainda hoje deixariam encabulados muitos pesquisadores de beca que se dedicam aos estudos da cultura negra.

Infelizmente, a imagem que se tem da África e de seus descendentes não é relacionada com produção intelectual nem com tecnologia. Ela descamba para moleques famintos e famílias miseráveis, povos doentes e em guerra ou paisagens de safáris e mulheres de cangas coloridas. “Essas ideias distorcidas desqualificam a cultura negra e acentuam o preconceito, do qual 45% de nossa população é vítima”, afirma Glória Moura, coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade de Brasília (UnB).Negros são parte da nossa identidade.

O pouco caso com a cultura africana se reflete na sala de aula. O segundo maior continente do planeta aparece em livros didáticos somente quando o tema é escravidão, deixando capenga a noção de diversidade de nosso povo e minimizando a importância dos afro-descendentes. Por isso, em 2003, entrou em vigor a Lei no 10.639, que tenta corrigir essa dívida, incluindo o ensino de história e cultura africanas e afro-brasileiras nas escolas. “Uma norma não muda a realidade de imediato, mas pode ser um impulso para introduzir em sala de aula um conteúdo rico em conhecimento e em valores”, diz Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, membro do Conselho Nacional da Educação e redatora do parecer que acrescentou o tema à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

A cultura africana oferece elementos relacionados a todas as áreas do conhecimento. Para Iolanda de Oliveira, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense, se a escola não inclui esses conteúdos no planejamento, cada professor pode colocar um pouco de África em seu plano de ensino: “Não podemos esperar mais para virar essa página na nossa história”, enfatiza. Antes de saber como usar elementos da cultura africana em cada disciplina, vamos analisar alguns aspectos da história do continente e os motivos que levaram essas culturas a serem excluídas da sala de aula.

O ensino de História sempre privilegiou as civilizações que viveram em torno do Mar Mediterrâneo. O Egito estava entre elas, mas raramente é relacionado à África, tanto que, junto com outros países do norte do continente, pertence à chamada África Branca, termo que despreza os povos negros que ali viveram antes das invasões dos persas,gregos e romanos.A pequisadora Cileine de Lourenço, professora da Bryant University, de Rhoad Island, nos Estados Unidos, atribui ao pensamento dos colonizadores boa parte da origem do preconceito: “Eles precisavam justificar o tráfico das pessoas e a escravidão nas colônias e para isso ‘animalizaram’ os negros”. Ela conta que, no século 16, alguns zoológicos europeus exibiam negros e indígenas em jaulas, colocando na mesma baia indivíduos de grupos inimigos, para que brigassem diante do público. Além disso, a Igreja na época considerava civilizado somente quem era cristão.

Uma das balelas sobre a escravidão é a ideia de que o processo teria sido fácil pela condição de escravos em que muitos africanos viviam em seus reinos. Essa é uma invenção que não passa de bode expiatório: a servidão lá acontecia após conquistas internas ou por dívidas – como em outras civilizações. Mas as pessoas não eram afastadas de sua terra ou da família nem perdiam a identidade.

Muitas vezes os escravos passavam a fazer parte da família do senhor ou retomavam a liberdade quando a obrigação era quitada com trabalho. Outra mentira é que seriam povos acomodados: os negros escravizados que para cá vieram revoltaram-se contra a chibata, não aceitavam as regras do trabalho nas plantações, fugiam e organizavam quilombos. A exploração atrapalhou o desenvolvimento.

A dominação dos negros pelos europeus se deu basicamente porque a pólvora não era conhecida por aquelas bandas – e porque os africanos recebiam bem os estrangeiros,tanto que eles nem precisavam armar tocaias: as famílias africanas costumavam ter em casa um quarto para receber os viajantes e com isso muitas vezes davam abrigo ao inimigo. Durante mais de 300 anos foram acaçambados cerca de 100 milhões de mulheres e homens jovens, retirando do continente boa parte da força de trabalho e rompendo com séculos de cultura e de civilização.

Fonte: http://www.novaescola.org.br/

Nossa Fonte foi o blog Tribarte da professora Aline Carla:
http://www.tribarte.blogspot.com/

Em Itaperuna:

As comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra começará na sexta-feira, na Concha Acústica a partir das dezessete horas com a apresentação de vários grupos culturais, uma iniciativa da Secretaria de Turismo.

E o Jornal DMais Cultura com o apoio da Coordenadoria Regional de Educação, da Federação dos Estudantes e a da Culturita movimentarão a manhã de sábado a partir das nove horas, transformando a Praça Nilo Peçanha em um grande palco de valorização da cultura afro-brasileira.

Participe você também, pois prestigiar os eventos locais é tarefa muito importante para o enriquecimento de toda a sociedade itaperunense.

 .

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Encerramento do Projeto Banda Larga em Itaperuna

Postado em 19 novembro 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

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Show Cláudio Zoli – 20 de novembro no Teatro SESI – Itaperuna

Postado em 19 novembro 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

Comemorando seus 25 anos de carreira

Para saber mais visite o site dele:

http://www.claudiozoli.com.br/

O novo trabalho do artista carioca Cláudio Zoli promete não deixar ninguém parado. Comemorando 25 anos de carreira, o cantor se apresenta no próximo dia 20 de novembro, no Teatro SESI Itaperuna, lançando o álbum Diamantes, segundo DVD da sua carreira. Gravado no Ásia 70, em São Paulo, o show traz uma apresentação mais intimista de Zoli, muito focada na qualidade de seu som.

No repertório, além dos sucessos de sua carreira, o artista revisita, com novos arranjos, músicas que não foram trabalhadas em seus discos anteriores. Embalado pelo hit Noite do Prazer, Zoli presta uma grande homenagem aos intérpretes da música soul brasileira. O artista retrata, à sua maneira, músicas que fizeram sucessos nas vozes de Jorge Benjor, Que Maravilha, e Djavan, Linha do Equador. O destaque fica por conta da balada romântica Diamantes.

O artista – Nesses 25 anos de estrada, Cláudio Zoli integrou diversas bandas. Desde o início, na banda Brylho, até a passagem pela Tigres de Bengala, no qual dividia o palco com cantores Ritchie e Vinícius Cantuária, o músico sempre se manteve fiel ao estilo refinado de seu som, seja nas baladas ou nas músicas dançantes.

Considerado por muitos como um dos principais representantes da soul music no Brasil, Cláudio Zoli mescla em seu trabalho as influências do ritmo americano, com o universo carioca e o suingue brasileiro, criando uma maneira totalmente particular e original de fazer música.

Nascido em São Gonçalo, Rio de Janeiro, Cláudio Zoli cresceu ouvindo a nata da black music (Marvin Gaye, Stevie Wonder, Tim Maia) e começou a cantar e a tocar violão ainda garoto. A estréia profissional foi aos 17 anos de idade na banda de Cassiano, que se tornaria o seu guru. Em 1982, com sua voz e sua guitarra, Zoli ajudou a fundar a banda Brylho, que no ano seguinte estourou nacionalmente o soul-reggae A Noite do Prazer.

A banda acabou em 1985 e, no ano seguinte, ele estaria lançando o seu primeiro disco solo, Livre Para Viver. Três anos depois, Zoli voltou a ser sucesso quando Marina gravou À Francesa, parceria com o irmão da cantora, Antônio Cícero. Mais tarde, Elba Ramalho gravou sua Felicidade Urgente. A carreira de intérprete, porém, começou a não ir tão bem, e ele passou em 1993 pelo grupo Tigres de Bengala. Em 1999, Zoli retomou a carreira fonográfica solo, interrompida por oito anos, com “Férias”, álbum no qual acrescentou elementos do rap e do R&B ao seu tradicional soul-funk-samba.

Ingressos no SESI:
Cláudio Zoli, sexta-feira, dia 20 de novembro, às 20h: R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia – Clientes SESI Clube, Terceira Idade e Estudantes)
Classificação: Livre para todas as idades

Realização: Circuito Cultural SESI-RJ – Sistema FIRJAN
Apoio: Faculdade Redentor, Estilo Off, Hotel Caiçara

Mais informações: 3811-9200

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Leo Gandelman no SESI em Itaperuna – fotos -

Postado em 18 novembro 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

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Fanzine “Estúdio de Idéias” Nº 24 – Alecsander Tatagiba

Postado em 17 novembro 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

 
 
“Um Espaço Vazio”
delimitando um espaço vazio.
Fanzine “Estúdio de Idéias”
 

 

 

Edição número 24
20 de setembro de 2009
Autor: Alecsander Tatagiba

 

 

Veja os Blogs do Autor nos links abaixo:
Página da Net

 

 

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A Banda “Sociedade Musical Itaperunense” Comemora seus 50 Anos

Postado em 13 novembro 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

A
Banda de Música Sociedade Itaperunense
comemora exatamente no próximo
domingo 15 de novembro de 2009,
cinqüenta anos de existência, educando e profissionalizando várias gerações de jovens. Como bem define o grande músico brasileiro Heitor Villa-Lobos: “o conservatório brasileiro de música são as bandas de música” Em vários municípios brasileiros a história das bandas de música se confundem com a própria história das cidades. E em Itaperuna não é diferente. Em 1959, a iniciativa de Cláudio Cerqueira Bastos, que na época ainda não era político, mas um músico um dos professores e cidadão bastante participativo, em convidar os amigos: Alcemar Vargas e Lourival de Cnop para fundarem a
“Sociedade Musical Itaperunense”
descortinou para muitos um mundo de novas possibilidades. E convidaram o
Maestro José Carlos Ligiero,
que segue à frente desta banda tão premiada nesses cinqüenta anos. E para celebrar tantas alegrias trazidas pela “Sociedade Musical Itaperunense”.

O próximo domingo em Itaperuna será de comemoração regada à boa música,

com a presença valiosa de diferentes bandas da região.
O evento organizado pela
Secretaria Municipal de Educação,
acontecerá a partir das
16 horas na Praça Nilo Pessanha.
Participe você também!!!
“Valorizar um bem de raiz, um ato de cidadania” (Eduardo Wermelinger)

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Parkour Itaperuna



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