Postado em 11 março 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende
Postado em 11 março 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende
O SESI iniciou a temporada 2010 com um bom espetáculo de humor e questionamento. “A Secretária do Presidente” uma peça suave que dá para relaxar, embora semeie o tom de questionamento para a sua posição real na vida, no trabalho ou na própria existência: Será que sou o que realmente acho que estou ou apenas um “Laranja”?
Ainda que indiretamente, o SESI faz um brinde ao dia das Mulheres trazendo o talento de Sônia de Paula para se apresentar aqui em Itaperuna, que poderia ser prolongado com o recital do dia seguinte se os maridos levassem as esposas para ouvir a Pequena Orquestra de Cordas interpretando As Quatro Estações de Vivaldi que fora apresentada no domingo e que teve uma presença muito pequena, mas acredito que até o final deste ano o teatro do SESI estará lotado em todas as apresentações, pois a separação do clássico não está para as camadas mais elitizadas. O bom gosto e refinamento existem em qualquer camada social.
Para o final desta semana o show de Frejat já está com lotação esgotada e para a peça “Simplesmente eu, Clarisse Lispector”, Beth Goulart, ingressos já estão à venda no SESI para os dias 20 e 21 de março.
Postado em 08 março 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende
Postado em 06 março 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende
O Artista Dudu Fagundes, o Maestro das Ruas, esteve em Itaperuna com o compositor Dr. Djalma visitando a Culturita. Na ocasião, Dudu aproveitou a noite de sexta-feira e deu uma canja para todos que passaram pelo calçadão da Avenida Cardoso Moreira. E numa descontraída conversa, falou sobre sua ligação com Itaperuna, por sua mãe ser uma legítima itaperunense. E de seu desejo de saber mais sobre a cidade.
Esta tem a parceria do Dr. Djalma com Tadeu Fernandes.
Postado em 06 março 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende
Uma comédia com a atriz da TV Globo
É mais um dia de trabalho na vida de Zenóbbia. Secretária do presidente da empresa onde trabalha. Ela chega cumprimentando a todos, toma seu lugar na mesa da secretária executiva, onde trabalha há 30 anos. Ela se comunica com o chefe pelo telefone vermelho, aquele das emergências. Zenóbbia controla a agenda do chefe, atende telefonemas não só a respeito da empresa, como seus particulares. Do trabalho, controla a casa onde mora, a casa do chefe, a empresa como um todo, administra as puladas de cerca do chefe, entre outras tarefas do seu dia a dia.
Em sua mesa de trabalho, temos um computador moderníssimo, um telefone vermelho, dois aparelhos celulares, relógio, papel, muitas canetas, um telefone PABX da empresa, fotos da família (e do chefe, claro), e uma imagem de São Jerônimo, o santo protetor das Secretárias.
Ajudando Zenóbbia está BB, um boy que leva e entrega correspondências, faz o serviço de rua, substitui a secretária do presidente quando esta vai ao banheiro. Num momento hilariante da peça quando o ator Rodrigo Correa, sozinho no palco, em uma cena muda, faz peripécias com os objetos de trabalho da sua chefa.
Porém, uma manchete de jornal altera toda a rotina daquele dia e ameaça a todos da empresa de demissão coletiva.
Uma confusão toma conta do escritório. Jornalistas querendo subir para entrevistar o chefe, ameaça de CPI, revolta dos funcionários, um deputado que insiste em falar com o chefe e a mulher do chefe que atazana e azucrina a vida de Zenóbbia neste dia conturbado.
Somente a chegada do chefe poderá solucionar o problema da empresa e resolver o assunto da demissão em massa. E ficam todos apreensivos com esta situação até a chegada real do chefe cujo desfecho da história só poderá revelar nos palcos onde a peça for apresentada.
Ingressos no SESI:
A Secretária do Presidente, sábado, dia 6 de março, às 20h: R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,50 (meia – Clientes SESI Clube, Terceira Idade e Estudantes)
Sobre a Orquestra
O grupo é formado por músicos das melhores orquestras profissionais do Rio de Janeiro e se juntou pelo interesse em divulgar a musica clássica e principalmente pelo prazer de tocar juntos e fazer boa música.
A Orquestra tem a direção artística do violinista e maestro Ubiratã Rodrigues e depois da série de cinco concertos com as “Quatro Estações de Vivaldi”, quando se apresentam em número menor de músicos tocando instrumentos de cordas e com um repertório focado no período barroco, estarão de volta no projeto “Musica Clássica no SESI”, com uma orquestra de cordas acrescida de sopros e percussão trazendo um programa de peças de compositores de períodos diversos para uma visão mais abrangente e para dar uma melhor idéia do universo da Musica Clássica.
Direção artística, regência e violino solo – Ubiratã Rodrigues
Produção Lia Gandelman
Orquestra de Cordas
Violinos I
Marco Catto
Tomaz Soares
Gabriela Queiroz
Violinos II
Dhyan Toffolo
Hér Agapito
Daniel Albuquerque
Violas
Marcio Sanches
Jadenir Lacorte
Violoncelos
Mateus Ceccato
Fernando Bru
Contrabaixo
Larissa Coutrim
Concerto No. 1
Primavera
Op. 8 No. 1
· Allegro
· Largo e pianissimo
· Allegro
Concerto No. 2
Verão
Op. 8 No. 2
· Allegro ma non molto
· Adagio
· Presto
Concerto No. 3
Outono
Op. 8 No. 3
· Allegro
· Adagio molto
· Allegro
Concerto No. 4
Inverno
Op. 8 No. 4
· Allegro non molto
· Largo
· Allegro
Sobre o Compositor – Antonio Vivaldi (1678-1741)
Nasceu em Veneza e foi um virtuose do violino. Em 1703 tornou-se padre, por ter saúde frágil foi dispensado dos serviços religiosos e seguiu carreira de professor de violino para crianças para quem compôs a maioria de seus concertos, cantatas e musicas sacras.
Vivaldi era francamente capaz de compor música não-acadêmica, apreciada supostamente pelo público geral, e não só por uma minoria intelectual. A alegre aparência dos seus trabalhos revela uma alegria de compor. Estas estão entre as razões da vasta popularidade da sua música. Esta popularidade rapidamente o tornou famoso em países como a França, na altura muito fechada nos seu valores nacionais.
Vivaldi, tal como muitos outros compositores da época, terminou sua vida em pobreza. As suas composições já não suscitavam a alta estima que uma vez tiveram em Veneza; gostos musicais em mudança rapidamente o colocaram fora de moda e Vivaldi decidiu vender um avultado número dos seus manuscritos a preços irrisórios para financiar sua migração para Viena.
Ficou sobretudo conhecido popularmente como autor da série de concertos para violino e orquestra de cordas “As Quatro Estações”. Esses quatro concertos para violino e orquestra são parte de uma série de 12 concertos e
ao contrario da maioria dos concertos de Vivaldi, vinham acompanhados por um soneto ilustrativo impresso na parte do primeiro violino, cada um sobre o tema da respectiva estação. Não se sabe a origem ou autoria desses poemas, mas especula-se que o próprio Vivaldi os tenha escrito.As qualidades da musica de Vivaldi – temas concisos, clareza da forma, vitalidade rítmica, frases equilibradas, diálogo dramático entre solista e conjunto – influenciaram diversos compositores, entre eles J S Bach, que transcreveu vários de seus concertos para teclado.
Ingressos no SESI:
Música Clássica no SESI-RJ, domingo, dia 7 de março, às 18h: INGRESSOS GRATUITOS
Realização: Circuito Cultural SESI-RJ – Sistema FIRJAN
Apoio: Faculdade Redentor
Mais informações: 3811-9200
Postado em 06 março 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

Laercio Andrade de Souza
Ensinou-me a caminhar com segurança
Sem medo, com esperança
Era apenas uma criança
A sentir o odor da floresta orquestrada pelo vento
A ouvir o canto dos passarinhos
O amor das aves em seus ninhos
A descobrir o sabor da água em sua fonte
Ver do alto o horizonte
E no arco-íris, uma ponte
Ensinou-me que alegria não é só antônimo de tristeza
Mas também atributo da beleza
Que amar é respeitar a natureza
E ao próximo como a si mesmo
Amparou-me no tropeço
Ensinou-me que a vida não tem preço
Olhar para o céu, que extasia!
Eu nada via, nada compreendia
Queria, certamente, mostrar Deus
(Difícil empreitada?!)
Que nada!
Era tudo tão belo e infinito
Que acabei convicto
Ensinou-me ecologia
A respeitar os animais e os vegetais
Flora e fauna em harmonia
Não falou em economia
O mundo é tão farto, basta a partilha
Pregava a filantropia
Ensinou-me que o amor é Divindade
Desvendando o “enigma” da Trindade
Que o mundo tem muita vaidade
Pouca caridade!
Que o pão não é só alimento
Mas transmuda a vida num momento
Pai, mestre sem maestria
“Filósofo” sem filosofia
“Doutor” em pedagogia
“Mestrando” em teologia
Pai… só alegria!
Itaperuna, 25/01/2010.
O autor é advogado, membro da Academia Itaperunense de Letras, tem como referência Regional Pe. Hubert Lindelauf e o nacional Alceu Amoroso Lima (“Tristão de Ataíde”).
PS1: Dedico este poema a meu neto Laércio Andrade de Souza Neto, 12 anos, quem digitou, com competência, o poema.
PS2: Este poema foi uma resposta ao meu neto sobre como eu fora educado, se meu pai tinha estudado, se passeava comigo, como era o céu na roça em que fui criado, a montanha denominada “Serra” e outros questionamentos.
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Postado em 05 março 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende
Luís Marcelo Cerqueira realiza o primeiro Sarau de 2010 do “Espaço Maestro Amado Pereira de Cerqueira”, porém provisoriamente no Restaurante Meirelles – Choperia. Esclareceu o músico, que por motivo de mudança a “Sala da Bey” estará fechada por algum tempo, até que consiga um espaço adequado na cidade.
O Sarau recomeçou nesta Sexta-feira, dia 26 de fevereiro, a partir das 19 horas. Participações especiais: cantora Neila Soares, de férias em Itaperuna, e Paulo Ney, no pandeiro. O objetivo de Luís Marcelo é fazer da última semana de cada mês a Semana da Música, realizando um Sarau com participação de diferentes artistas itaperunenses.
Luís Marcelo pretende reinaugurar o “Espaço Maestro Amado Pereira de Cerqueira”, um projeto valioso de conservação e divulgação da obra do avô, Amado Pereira de Cerqueira, e de sua mãe, Ana Maria de Cerqueira. O espaço será destinado a aulas de música, palestras, oficinas, ou seja, um espaço de divulgação e fomentação cultural. E palco de uma exposição permanente do enorme arquivo da Bey e do seu avô, Amado Pereira de Cerqueira. Todo o seu empenho na criação deste espaço é a maneira que encontrou para agradecer a importância dos valores, que aprendeu com toda a sua família, especialmente com sua saudosa mãe Tia Bey. Com ela aprendeu entre outras coisas a amar a Arte e que “O importante não é fazer o que se gosta, mas gostar do que se faz”.
Que todos estes planos se concretizem e que empresários, artistas, enfim, a comunidade Itaperunense apóie Luís Marcelo, pois Educação e Cultura são valores fundamentais para uma Sociedade realmente livre e progressista.



