Arquivo | junho, 2011

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UM SONHO POSSÍVEL!!!!!!

Postado em 28 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

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Esquadrilha da Fumaça em Itaperuna – por Helena

Postado em 27 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

 

Uma das equipes da Esquadrilha da Fumaça esteve nesta sexta-feira (24/06), na cidade de Itaperuna/RJ fazendo uma de suas apresentações. O show ficou por conta dos pilotos que tomaram conta do céu itaperunense, com suas incríveis manobras, empolgando a plateia. Uma nuvem grossa, que insistia em permanecer próximo ao local da apresentação, não atrapalhou o espetáculo, no entanto, comprometeu um pouco a qualidade das imagens. As próximas apresentações da Esquadrilha da Fumaça acontecem neste sábado (25), em Vitória/ES e domingo (26), em Linhares, também no Espírito Santo.

As belas imagens e o texto acima são de Helena Vicente Coelho, aluna do primeiro ano do Ensino Médio, Colégio Estadual 10 de Maio, turma 1005. Apaixonada por fotografia a jovem é muito estudiosa e ao lado do irmão sonha montar uma Produtora de Vídeos.

Para conhecer Helena:
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=10838946947006357012

Fonte: http://www1005emmovimento.blogspot.com/

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Livros pra inguinorantes, por Carlos Eduardo Novaes

Postado em 25 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!

 

A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.

 

A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei – como se diz? – magna.

 

Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.

 

Publicado no Jornal do Brasil

 

Enviado para o Outra Revista por Luciana Carvalho

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A Greve Continua…

Postado em 25 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende


Clique no cartaz para ampliar.

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ACIL – Posse da Nova Diretoria – 30 /06

Postado em 25 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

C O N V I T E

A Academia Itaperunense de Letras – ACIL- convida para a solenidade de posse dos membros da Diretoria eleita para o biênio 2011/2012, no próximo dia 30 de junho às 19 horas e 30 minutos, no Salão Nobre da Unimed, à rua 10 de Maio, 254 no Centro de Itaperuna.

Nova Diretoria:

Presidente: Ábia Dias Pereira

Vice- Presidente: Flora Malta Carpi

Secretária: Natália Dias Boechat

Tesoureiro: Marina Caraline de Almeida Carvalhal

Bibliotecário: Valber Meireles

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SESI Itaperuna – Programação mês de julho 2011 –

Postado em 22 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

 

Teatro SESI Itaperuna informa:


Atendendo a uma solicitação da produção da artista Marina Lima, o show no TEATRO SESI ITAPERUNA agendado para o dia 16/07 foi transferido para o dia 22/07 (sexta-feira).

Informações: 22 3811 9219

 

Teatro SESI Itaperuna
Gerência de Cultura e Arte – SESI-RJ
Tel 55(22) 3811-9219
Sistema FIRJAN – www.firjan.org.br

 - Programação mês de julho 2011 -

SESI Itaperuna

Grupo academia do Choro, dia 2, às 20 hora.

 Quarteto hora Extra, dia 9, às 20 horas.

 Rogério Bicudo, dia 15, às 20 horas.

 Besame Mucho, dia 23, às 20 horas.

 Mamãe como eu Nasci?dia 24, às 17 horas.

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“Oficina de Música” na Semana Acadêmica na FAETEC – por Adler Tatagiba

Postado em 22 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

Este texto foi apresentado no dia 14/06 dentro da programação da “Oficina de Música” na Semana Acadêmica, para cerca de 30 alunos do curso de Pedagogia do INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE ITAPERUNA (ISEI) – FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA (FAETEC)
Um dia, recebi um cartão que dizia: “Mr. Schafer. Tenho oito anos. Minha professora tocou sua música na aula. Eu gostei. Seu amigo Eduardo”.

“A Orquestra mágica de Edward” foi escrita para Edward e para todas as crianças.

A ORQUESTRA MÁGICA DE EDUARDO (Murray Schafer)
Adaptação: Adler Tatagiba (Mestrando em Música / UFRJ)

_ “Hoje, vamos aprender a respeito da orquestra”, disse a professora de Eduardo, e algumas crianças – as que se interessavam por música – endireitaram-se na cadeira.

_ “Em primeiro lugar, vem a flauta”, disse a professora, que se chamava Simone [1]. E sem dizer mais nada ligou o aparelho de som e toda a sala foi imediatamente inundada pelos sons fluentes da flauta:
Foi assim que a flauta soou.
Simone interrompeu a gravação e perguntou à classe com o que a flauta se parecia.
_ “Passarinhos”, disse Elaine, a primeira a levantar as mãos.
Várias crianças deram sua opinião.
Simone perguntou a Eduardo com o que a flauta se parecia. Houve uma longa pausa.

Então:
_ “Um cachorro caçando um gato?”, perguntou Eduardo, não muito seguro de si. Todos riram.
“Bem… disse a professora Simone, esta é uma resposta original”. Mas ela não sabia mais o que dizer e, desse modo, voltou ao aparelho de som e continuou: “Agora, vamos ouvir a clarineta”:

Foi assim que a clarineta soou.
Eduardo tentou ouvir, mas ele estava achando muito difícil. E, na hora em que o terceiro instrumento foi apresentado, ele já estava com muito sono.
Era o violino, e o suave arqueado de seus sons o deixaram realmente com muito sono.

Cantou o violino.
Eduardo ficou sentado com os olhos meio fechados, sonhando acordado.
Em seu sonho, ele se viu num grande campo. Era noite, mas ele não estava com medo. Nem mesmo quando viu um velhinho de pé, logo a sua frente. À medida que se aproximava, pôde ver, sob o luar, que o velhinho estava com os olhos fechados. Sua cabeça estava levemente inclinada para o lado, como se estivesse ouvindo alguma coisa. Mas isso não era possível, porque não havia nada para se ouvir. Nada se movia. Ainda assim, quando Eduardo se aproximou, o homem, que tinha um jeito bondoso, inclinou-se para ele e disse:

_ “Você está ouvindo?”.
_ “Ouvindo o quê?”, disse Eduardo.
_ “Chhh”, disse o homem. “Ouça… as estrelas estão se banhando n’água.”
Eduardo tentou escutar, mas não pôde ouvir nada…

_ “Está desaparecendo agora”, disse o homem.
_ “Eu não ouvi nada”, disse Eduardo.

_ “Você precisa estar no lugar certo e na hora certa. Antes de tudo precisa encontrar o LUGAR DE OUVIR.” (Ele pronunciou essas palavras muito claramente, e é por isso que as escreveu com letras maiúsculas, justifica Schafer). “E você precisa saber como trazer esses sons para perto, de modo que consiga ouvi-los.”

_ “Onde é o lugar de ouvir?”, perguntou Eduardo.
_ “Isso depende”, disse o homem. “Talvez em seu quarto, logo antes de dormir. Esse é um bom lugar para começar. Ó meu Deus,” disse de repente, “tenho que ir! Ouça aquele trovão!”. E num instante já havia desaparecido, deixando Eduardo sozinho no campo. Eduardo conseguiu ouvir o trovão muito bem, e, de repente, o trovão parecia estar dizendo o seu nome, com sons muito fortes e claros.
_ “Eduardo”… “Eduardo”…

A professora Simone estava dizendo, muito firmemente: “Eduardo… você não gosta do violino?”.E subitamente Eduardo percebeu que estivera sonhando acordado.
Toda a classe estava olhando para ele.

_ “Você não gosta do violino?”, repetiu a professora.
_ “Eu… estava procurando ouvir outro som”, começou a dizer devagar.
_ “Que som querido?”, perguntou Simone. Ela parecia realmente curiosa.
Mas como ele poderia explicar seu sonho? Então ele ficou sentado, sem dizer nada.
_ “Que som você estava procurando?”. Insistiu Simone de um modo tão carinhoso que Eduardo não sentiu qualquer dificuldade em responder.
_ “O som das estrelas banhando-se n’ água.” E antes que a classe pudesse rir continuou:_ “Eu vi aquele homenzinho, que disse que eu podia ouvir esse som, e ele me mostrou que poderia escutá-lo profundamente”.
Aí a professora Simone disse uma coisa que surpreendeu a todos, inclusive a ela mesma. “Vamos todos tentar ouvir o som”, disse. Todos tentaram.
Houve um grande silêncio, que durou muito tempo.

… … …

Mas quando Simone perguntou se alguém havia ouvido o som, ninguém conseguira. Foi então que Eduardo se lembrou do que o homenzinho dissera a respeito do LUGAR DE OUVIR e, então, contou à classe.

_ “Talvez esse não seja o melhor LUGAR DE OUVIR”, disse Simone; e, então, ela pediu para que todos tentassem encontrar o lugar certo em casa, naquela noite e no dia seguinte, ao vir para a escola, contassem às outras crianças o que haviam ouvido.
Eduardo estava realmente excitado em casa. Durante todo o tempo, tentou concentrar-se e ouvir o som das estrelas banhando-se n’água. Assim que escureceu, foi para o quintal. As estrelas estavam lá (ou, ao menos, podia ver algumas delas), mas tudo o que conseguiu ouvir foi o som de carros e ônibus que passavam pela rua e, mais ao longe, o som de sinos.
Quando voltou para dentro de casa, pôde ouvir muitos outros sons: o zumbido da geladeira, sua mãe lavando a louça, a televisão – que quase sempre estava ligada, mesmo quando não havia ninguém assistindo. Mas não havia nada de extraordinário nesses sons. Então ele lembrou de que o homem havia dito que um bom LUGAR DE OUVIR poderia ser o próprio quarto. E, quando sua mãe lhe disse que estava na hora de ir para a cama, ficou realmente contente de, afinal, estar sozinho no quarto, onde era mais silencioso, e poderia tentar novamente.
Eduardo estava bastante consciente de todos os sons que fazia enquanto se arrumava para ir para a cama; quando puxou os lençóis para se cobrir e eles farfalharam secamente, percebeu que nunca, realmente, ouvira esses barulhos.
Então, ficou ali deitado, muito quieto, e começou a se concentrar.Nada. Somente os sons abafados da conversa de seus pais, lá em baixo, na sala.Ele apelou para todas as suas forças e concentrou-se no som que queria ouvir – as estrelas banhando-se n’ água. Inspirando profundamente ainda outra vez, começou de repente, a ouvir um tilintar muito fraquinho, que parecia estar ao mesmo tempo sobre ele, e bem longe, lá em cima.
A princípio, não tinha certeza de estar mesmo ouvindo aquilo; o som parecia vir de milhões e milhões de quilômetros de distância. Aí, foi ficando mais forte. Era como se fossem bolinhas borbulhando numa cachoeira, ou papel celofane sendo amassado. Mas não era exatamente igual a nenhuma dessas coisas. Era um som muito mais rico, como toda uma orquestra de minúsculos instrumentos, que ninguém jamais houvesse descoberto.
Eduardo ficou muito tempo ouvindo atentamente. Às vezes parecia vir de muito longe, outras, bem de dentro de sua cabeça, e algumas outras, de ambos os lugares ao mesmo tempo. Como um milhão de sininhos muito pequenos soando como violinos, faiscando e balançando… faiscando e balançando…. faiscando e balançando…
Quando Eduardo acordou pela manhã, estava tão ansioso para ir à escola e contar à professora Simone o que havia ouvido que, tomou apressadamente o café da manhã e correu a metade do caminho, o que na verdade não era preciso, pois ele sabia que tinha muito tempo.
Mas de repente, um pensamento perturbador lhe veio à cabeça. Ele havia ouvido o som muito bem, mas como descrevê-lo para os colegas? Não poderia tocá-lo ou cantá-lo, ou ao menos não com muita precisão. Isso o preocupou tanto que, quando chegou à escola, já estava com medo da hora em que Simone pediria para contar à classe se havia conseguido ouvir o som e descrevê-lo.
Mas, quando chegou a hora da aula de música, Simone fez a pergunta para a classe toda: “Quantos de vocês encontraram um LUGAR DE OUVIR e conseguiram escutar os sons mágicos que procuravam?”.
Eduardo ficou surpreso ao ver que muitos de seus colegas haviam encontrado o LUGAR DE OUVIR.
_ “E quantos de vocês ouviram o som das estrelas banhando-se n’água?”.

Provavelmente, metade da classe, pelo menos. Então Simone deu a cada um uma folha de papel e lápis de cera colorido e pediu que desenhassem os sons mágicos que haviam ouvido. Os desenhos eram os mais inusitados que se poderia imaginar.

Quando alguém olhar para eles (mesmo que não ouça o som das estrelas banhando-se n´água) saberá que foi a mais extraordinária música que alguém jamais poderia querer ouvir. Mais surpreendente que flautas, clarinetas e violinos.

_______________________________________
[1] Nome de origem hebraica que significa: aquela que ouve.

Referência

SCHAFER, R. Murray. O ouvido pensante. Tradução de Marisa Trench de O. Fonterrada, et al. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1991.

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Auxílio Qualificação para Professores RJ em 22/06

Postado em 21 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

Os cerca de 40 mil professores do governo do estado que estão lotados nas salas de aula poderão, a partir do dia 22 de junho, retirar o Cartão Auxílio Qualificação, concedido pela Secretaria de Educação. Eles deverão ir à agência do banco Itaú onde têm suas contas-salário e apresentar um documento de identidade original com foto. A carga inicial do cartão será de R$ 500.
O benefício vai funcionar como um cartão de débito e será aceito em estabelecimentos conveniados à bandeira MasterCard. O professor poderá usar a quantia para pagar cursos, comprar livros, CDs e DVDs ou ir a eventos culturais, como teatro e cinema. Com o cartão, a secretaria vai repassar cerca de R$ 25 milhões ao magistério.
Controle de gastos
A rede de caixas eletrônicos do Itaú poderá ser usada pelos professores para consultar o extrato e os gastos. A Secretaria de Educação também vai receber relatórios periódicos sobre o uso do cartão. O objetivo, segundo a pasta, é corrigir eventuais falhas, evitando, por exemplo, que os R$ 500 sejam usados para outras despesas que não sejam relacionadas à qualificação do professor.
— O retorno desse investimento é um professor mais qualificado. Esperamos que ele use o benefício em favor do aprendizado do aluno — afirmou o secretário de Educação, Wilson Risolia.

Fonte:
http://extra.globo.com/emprego/servidor-publico/professores-do-estado-poderao-retirar-cartao-com-500-para-qualificacao-partir-de-22-de-junho-1871177.html

Confira a opinião de uma professora que traduz a de muitos outros profissionais da Educação:
http://www.raquelrfc.com/2011/05/bonus-qualificacao-estara-disponivel.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+raquelrfc+%28Educa%C3%A7%C3%A3o.%29

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Greve de professores da rede estadual entra na segunda semana

Postado em 15 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

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III Colóquio de História Fluminense – 15/06

Postado em 15 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

 
Clique para ampliar

 

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Enviado por Andrea Telo da Côrte
Coordenadora do Centro de Estudos em História fluminense do
Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro (MHAERJ)
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