Arquivo | Adler Tatagiba

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Feliz 2012 por Cultura RJ

Postado em 23 dezembro 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

http://www.cultura.rj.gov.br/

 

 Visite o site Oficial da Secretaria Estadual de cultura do Rio de Janeiro.

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Quando a aula é um espetáculo…

Postado em 29 novembro 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

Com os objetivos de: proporcionar um passeio cultural ao Sesi de Itaperuna, incentivar o interesse por concertos musicais , divulgar eventos com artistas da localidade e por fim , motivar a produção textual dos alunos a partir de atividades diferentes e prazerosas, resolvemos, Marco Antônio e eu, organizar uma ida ao teatro para os meus alunos do Ensino de Jovens e Adultos, turma 801 e do Módulo I do Curso de Contabilidade do C. E. 10 de Maio. A idéia foi prontamente aceita pelos estudantes, e no dia 04 de outubro fomos todos comemorar o aniversário do Centro Codeço de Aperfeiçoamento Musical e nos deliciar com o concerto: El tango que vive!

A seguir a Produção Textual de alguns alunos sobre o belíssimo espetáculo:

Coisas que vêm da alma

Por Laura Murito – aluna do C. E. 10 de Maio – EJA – turma 801

Eles pareciam estar em transe, fora dos seus corpos, tocavam com maestria?
Suas destrezas e perfeições envolviam completamente os olhos cheios de vivacidade daqueles que os estavam assistindo.
Por um momento, fechei meus olhos, representando vivamente minhas concepções, meus pés saíram do chão, eu estava flutuando ao som dos violinos, flauta, violoncelo e violão.
As batidas fortes que ele dava com seus sapatos marcavam o ritmo de suas emoções, seus dedos tocavam o piano com precisão harmoniosa. O pianista que arquitetava tudo!
Nunca imaginara tamanha emoção, esta noite descobri um novo mundo, um mundo do qual nunca fiz parte.
Uma certa música do tão mencionado Piazzola me fez sentir no sertão, no meio da caatinga, vivenciando o flagelo daquela gente sofrida, abandonando suas casas e indo embora no pau de arara para as cidades grandes, em busca de uma vida melhor.
Aquela energia era tão forte que me imaginei dançando tango. Somente meu parceiro e eu no palco escuro com uma luz nos iluminando no centro.
Sensação nunca vivida, emoção nunca sentida!
Toda essa experiência adquirida somente em uma noite e compartilhada com meus colegas de classe, presenteados pela professora Beth, que nos proporcionou uma noite culta que marcou nossas vidas com grandes aprendizagens. Fomos contemplados com a apreciação de um grande concerto de tango, apresentado pelos professores do CECAM.

Ida ao teatro

Por Marcilene da C. Santos da Cruz – Módulo I – Contabilidade

No dia 04 de outubro de 2011, às 20 horas, aconteceu no teatro do Sesi em Itaperuna, um concerto de música clássica, do qual minhas colegas de classe e eu participamos. Adorei estar lá e principalmente das músicas tocadas, tangos clássicos lindíssimos, só senti falta de dançarinos, mas mesmo assim, ficou tudo perfeito. Pessoas talentosas, comunicativas e totalmente entretidas com o universo musical. Senti até vontade de aprender a tocar algum instrumento.
Assim foi minha ida ao teatro…

Isso é Cultura. 


Por Larissa de Paula Corrêa – Módulo I – Contabilidade

Em outubro assisti a um concerto musical no SESI de Itaperuna. Achei que seria sobre Bossa Nova, mas quando cheguei, vi que era de tango, adorei!
Cada música, cada nota, cada sinfonia soou muito bem nos meus ouvidos. Foi maravilhoso! A apresentação foi perfeita, só faltaram os dançarinos…
Os músicos tinham uma sintonia incrível, passaram muita emoção. E a cada música uma história era contada sobre a mesma. É impressionante como muitas pessoas ainda não conhecem ou não têm interesse em ouvir música clássica. Isso é Cultura!
De todas as músicas, as que mais gostei : Tritango, Tempestango e Café 1930.
Quero ter a oportunidade de assistir novamente.

O Concerto

Por Géssica Curty – Módulo I – Contabilidade

Assistimos a um concerto em comemoração aos quatro anos do CECAM
(Centro Codeço de Aperfeiçoamento Musical ) tendo como foco o ritmo tango. No palco vários instrumentos, entre eles, o piano, o violoncelo, a flauta e o violino.
Houve apresentações de composições próprias do diretor da instituição, André Codeço e dos compositores Astor Piazzolla e Carlos Gardel.
Foi uma apresentação fantástica para os amantes do tango, o qual expõe sentimentos que enobrecem a alma e acalentam os corações.
Participe você também das atividades culturais da sua região!

Outra Revista.

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El Tango Que Vive!

Postado em 03 outubro 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

CECAM  comemora seu 4º ano.

Dia 4, terça-feira, às 20 horas.

No SESI Itaperuna.

Entrada Grátis!

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“Oficina de Música” na Semana Acadêmica na FAETEC – por Adler Tatagiba

Postado em 22 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

Este texto foi apresentado no dia 14/06 dentro da programação da “Oficina de Música” na Semana Acadêmica, para cerca de 30 alunos do curso de Pedagogia do INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE ITAPERUNA (ISEI) – FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA (FAETEC)
Um dia, recebi um cartão que dizia: “Mr. Schafer. Tenho oito anos. Minha professora tocou sua música na aula. Eu gostei. Seu amigo Eduardo”.

“A Orquestra mágica de Edward” foi escrita para Edward e para todas as crianças.

A ORQUESTRA MÁGICA DE EDUARDO (Murray Schafer)
Adaptação: Adler Tatagiba (Mestrando em Música / UFRJ)

_ “Hoje, vamos aprender a respeito da orquestra”, disse a professora de Eduardo, e algumas crianças – as que se interessavam por música – endireitaram-se na cadeira.

_ “Em primeiro lugar, vem a flauta”, disse a professora, que se chamava Simone [1]. E sem dizer mais nada ligou o aparelho de som e toda a sala foi imediatamente inundada pelos sons fluentes da flauta:
Foi assim que a flauta soou.
Simone interrompeu a gravação e perguntou à classe com o que a flauta se parecia.
_ “Passarinhos”, disse Elaine, a primeira a levantar as mãos.
Várias crianças deram sua opinião.
Simone perguntou a Eduardo com o que a flauta se parecia. Houve uma longa pausa.

Então:
_ “Um cachorro caçando um gato?”, perguntou Eduardo, não muito seguro de si. Todos riram.
“Bem… disse a professora Simone, esta é uma resposta original”. Mas ela não sabia mais o que dizer e, desse modo, voltou ao aparelho de som e continuou: “Agora, vamos ouvir a clarineta”:

Foi assim que a clarineta soou.
Eduardo tentou ouvir, mas ele estava achando muito difícil. E, na hora em que o terceiro instrumento foi apresentado, ele já estava com muito sono.
Era o violino, e o suave arqueado de seus sons o deixaram realmente com muito sono.

Cantou o violino.
Eduardo ficou sentado com os olhos meio fechados, sonhando acordado.
Em seu sonho, ele se viu num grande campo. Era noite, mas ele não estava com medo. Nem mesmo quando viu um velhinho de pé, logo a sua frente. À medida que se aproximava, pôde ver, sob o luar, que o velhinho estava com os olhos fechados. Sua cabeça estava levemente inclinada para o lado, como se estivesse ouvindo alguma coisa. Mas isso não era possível, porque não havia nada para se ouvir. Nada se movia. Ainda assim, quando Eduardo se aproximou, o homem, que tinha um jeito bondoso, inclinou-se para ele e disse:

_ “Você está ouvindo?”.
_ “Ouvindo o quê?”, disse Eduardo.
_ “Chhh”, disse o homem. “Ouça… as estrelas estão se banhando n’água.”
Eduardo tentou escutar, mas não pôde ouvir nada…

_ “Está desaparecendo agora”, disse o homem.
_ “Eu não ouvi nada”, disse Eduardo.

_ “Você precisa estar no lugar certo e na hora certa. Antes de tudo precisa encontrar o LUGAR DE OUVIR.” (Ele pronunciou essas palavras muito claramente, e é por isso que as escreveu com letras maiúsculas, justifica Schafer). “E você precisa saber como trazer esses sons para perto, de modo que consiga ouvi-los.”

_ “Onde é o lugar de ouvir?”, perguntou Eduardo.
_ “Isso depende”, disse o homem. “Talvez em seu quarto, logo antes de dormir. Esse é um bom lugar para começar. Ó meu Deus,” disse de repente, “tenho que ir! Ouça aquele trovão!”. E num instante já havia desaparecido, deixando Eduardo sozinho no campo. Eduardo conseguiu ouvir o trovão muito bem, e, de repente, o trovão parecia estar dizendo o seu nome, com sons muito fortes e claros.
_ “Eduardo”… “Eduardo”…

A professora Simone estava dizendo, muito firmemente: “Eduardo… você não gosta do violino?”.E subitamente Eduardo percebeu que estivera sonhando acordado.
Toda a classe estava olhando para ele.

_ “Você não gosta do violino?”, repetiu a professora.
_ “Eu… estava procurando ouvir outro som”, começou a dizer devagar.
_ “Que som querido?”, perguntou Simone. Ela parecia realmente curiosa.
Mas como ele poderia explicar seu sonho? Então ele ficou sentado, sem dizer nada.
_ “Que som você estava procurando?”. Insistiu Simone de um modo tão carinhoso que Eduardo não sentiu qualquer dificuldade em responder.
_ “O som das estrelas banhando-se n’ água.” E antes que a classe pudesse rir continuou:_ “Eu vi aquele homenzinho, que disse que eu podia ouvir esse som, e ele me mostrou que poderia escutá-lo profundamente”.
Aí a professora Simone disse uma coisa que surpreendeu a todos, inclusive a ela mesma. “Vamos todos tentar ouvir o som”, disse. Todos tentaram.
Houve um grande silêncio, que durou muito tempo.

… … …

Mas quando Simone perguntou se alguém havia ouvido o som, ninguém conseguira. Foi então que Eduardo se lembrou do que o homenzinho dissera a respeito do LUGAR DE OUVIR e, então, contou à classe.

_ “Talvez esse não seja o melhor LUGAR DE OUVIR”, disse Simone; e, então, ela pediu para que todos tentassem encontrar o lugar certo em casa, naquela noite e no dia seguinte, ao vir para a escola, contassem às outras crianças o que haviam ouvido.
Eduardo estava realmente excitado em casa. Durante todo o tempo, tentou concentrar-se e ouvir o som das estrelas banhando-se n’água. Assim que escureceu, foi para o quintal. As estrelas estavam lá (ou, ao menos, podia ver algumas delas), mas tudo o que conseguiu ouvir foi o som de carros e ônibus que passavam pela rua e, mais ao longe, o som de sinos.
Quando voltou para dentro de casa, pôde ouvir muitos outros sons: o zumbido da geladeira, sua mãe lavando a louça, a televisão – que quase sempre estava ligada, mesmo quando não havia ninguém assistindo. Mas não havia nada de extraordinário nesses sons. Então ele lembrou de que o homem havia dito que um bom LUGAR DE OUVIR poderia ser o próprio quarto. E, quando sua mãe lhe disse que estava na hora de ir para a cama, ficou realmente contente de, afinal, estar sozinho no quarto, onde era mais silencioso, e poderia tentar novamente.
Eduardo estava bastante consciente de todos os sons que fazia enquanto se arrumava para ir para a cama; quando puxou os lençóis para se cobrir e eles farfalharam secamente, percebeu que nunca, realmente, ouvira esses barulhos.
Então, ficou ali deitado, muito quieto, e começou a se concentrar.Nada. Somente os sons abafados da conversa de seus pais, lá em baixo, na sala.Ele apelou para todas as suas forças e concentrou-se no som que queria ouvir – as estrelas banhando-se n’ água. Inspirando profundamente ainda outra vez, começou de repente, a ouvir um tilintar muito fraquinho, que parecia estar ao mesmo tempo sobre ele, e bem longe, lá em cima.
A princípio, não tinha certeza de estar mesmo ouvindo aquilo; o som parecia vir de milhões e milhões de quilômetros de distância. Aí, foi ficando mais forte. Era como se fossem bolinhas borbulhando numa cachoeira, ou papel celofane sendo amassado. Mas não era exatamente igual a nenhuma dessas coisas. Era um som muito mais rico, como toda uma orquestra de minúsculos instrumentos, que ninguém jamais houvesse descoberto.
Eduardo ficou muito tempo ouvindo atentamente. Às vezes parecia vir de muito longe, outras, bem de dentro de sua cabeça, e algumas outras, de ambos os lugares ao mesmo tempo. Como um milhão de sininhos muito pequenos soando como violinos, faiscando e balançando… faiscando e balançando…. faiscando e balançando…
Quando Eduardo acordou pela manhã, estava tão ansioso para ir à escola e contar à professora Simone o que havia ouvido que, tomou apressadamente o café da manhã e correu a metade do caminho, o que na verdade não era preciso, pois ele sabia que tinha muito tempo.
Mas de repente, um pensamento perturbador lhe veio à cabeça. Ele havia ouvido o som muito bem, mas como descrevê-lo para os colegas? Não poderia tocá-lo ou cantá-lo, ou ao menos não com muita precisão. Isso o preocupou tanto que, quando chegou à escola, já estava com medo da hora em que Simone pediria para contar à classe se havia conseguido ouvir o som e descrevê-lo.
Mas, quando chegou a hora da aula de música, Simone fez a pergunta para a classe toda: “Quantos de vocês encontraram um LUGAR DE OUVIR e conseguiram escutar os sons mágicos que procuravam?”.
Eduardo ficou surpreso ao ver que muitos de seus colegas haviam encontrado o LUGAR DE OUVIR.
_ “E quantos de vocês ouviram o som das estrelas banhando-se n’água?”.

Provavelmente, metade da classe, pelo menos. Então Simone deu a cada um uma folha de papel e lápis de cera colorido e pediu que desenhassem os sons mágicos que haviam ouvido. Os desenhos eram os mais inusitados que se poderia imaginar.

Quando alguém olhar para eles (mesmo que não ouça o som das estrelas banhando-se n´água) saberá que foi a mais extraordinária música que alguém jamais poderia querer ouvir. Mais surpreendente que flautas, clarinetas e violinos.

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[1] Nome de origem hebraica que significa: aquela que ouve.

Referência

SCHAFER, R. Murray. O ouvido pensante. Tradução de Marisa Trench de O. Fonterrada, et al. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1991.

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Dia da Cultura no SESI de Itaperuna

Postado em 25 novembro 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

 

No último Dia da Cultura, 5 de novembro de 2010, o SESI de Itaperuna fez um grandioso espetáculo abrindo as portas para a cultura regional para que várias vertentes culturais se apresentassem no mesmo palco e no mesmo dia.

Esse belo show iniciou com Luiz Marcelo de Cerqueira ao piano acompanhado por Paulo Ney, percussionista, no pandeiro. A seguir Olga Acosta, Diretora de Eventos do SESI falou sobre apresentação e oficializou a abertura com o Sarau da Academia Itaperunense de Letras e Luiz Marcelo de Cerqueira.

O Grupo Central da Comédia se apresentaram Stand Up do Caipira Urbano. Várias foram as apresentações musicais de Adler Tatagiba, Músicos do CECAM representando André Codeço, Kadin e Valber Meireles.

Na peça “Na Terra dos Contos Populares” o Centro Teatral de Itaperuna contou com a participação da Cia de Dança Fazendo Roda de Miracema, da Associação Senzala de Caxambu de Miracema e da Folia de Reis Nossa Senhora de Lurdes Ponto de Cultura de Itaperuna.

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Adler Tatagiba – Recital Comentado de Violão – 24/09/2010 – Espaço das Artes – Itaperuna

Postado em 14 setembro 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

 

Recital Comentado de ViolãoViolão das Américas

Com Adler Tatagiba,

 

dia 24 de Setembro de 2010,

às 19 horas e 30 min.

Única Apresentação

 

Sala de Cultura – Espaço das Artes.

Rua Silva Jardim, 775

Sala 303 – Aeroporto

Confirmar ingresso pelo tel:

38 22 29 04

Saiba mais sobre Adler Tatagiba clicando aqui.

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50 Anos do Museu Villa-Lobos terá mostra de Adler Tatagiba

Postado em 16 julho 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

Conjunto de Violões da UFRJ
Bartholomeu Wiese e Conjunto de Violões da UFRJ se apresentam no próximo sábado, dia 17 de Julho, às 18:00h durante as festividades comemorativas pelos 50 anos do Museu Villa-Lobos.
No programa estarão incluídas obras de Villa-Lobos, dentre elas, a 1ª Suite Infantil, transcrita para 4 violões por Adler Tatagiba.

 

Formação com Adler Tatagiba

A 1ª Suite Infantil foi composta por Villa-Lobos no Rio de Janeiro em 1912 e foi concebida originalmente para Piano, que aqui nesta apresentação receberá a versão de Adler. A Suite é dividida em 5 movimentos: I – Bailando, II – Nenê vai dormir, III – Artimanhas…, IV – Reflexões, V – No balanço.

Bartholomeu Wiese

Bartholomeu Wiese é professor da UFRJ, e, o conjunto dirigido por ele é integrado atualmente por André Trindade, Antonio Duarte, Cyro Delvízio, Fábio Neves, Fabrício Eyler, Marcos Melo e Túlio Gomide.

No programa:

Villa-Lobos – 1ª Suite Infantil – Transcrição para 4 Violões de Adler Tatagiba.
Villa-Lobos – A canoa virou
Villa- Lobos – Bachiana nº4 (Prelúdio)
Ricardo Tacuchian – Imagem Carioca
Bartholomeu Wiese e Afonso Machado – Malemolente
André Trindade – Odair no Esrnesto
Marcos Melo – Rio Antigo
Dentre outros Compositores.

Museu Villa-Lobos: Rua Sorocaba, 200 – Botafogo. RJ (21) 2286-3097

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Memórias brincando – Adler Tatagiba

Postado em 27 fevereiro 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

Um rico artista brasileiro, Paulinho da Viola, disse: “Não sou eu quem vive no passado, é o passado que vive em mim”.

 Um braço de fogo de um índio dos santos é o passado que vive em mim há pelo menos quinhentos e poucos anos. Não tinha calções, tinha outras orações.

No passado que vive em mim, um cemitério de negros escravos; morenas de cor, e de jambo; jabuticabas com suas partes brancas, menos amargas.
O passado que vive em mim são memórias brincando, ouvindo as “memórias cantando”. Das memórias lembrando, perto de quem sabe ouvir, perto de quem é valentia. Mulher e filha.
No passado que vive em mim, um carnaval. Que começou em surdina e foi parar na avenida. Pena que nem tudo é alegria.
No passado que vive em mim, foliões, falastrões, com promessas e oblações. Uma outra parte eu não previa, a entrada dos leões, cuspindo entulhos no tempo e no passado. Pra quem foi, se foi…
O carnaval.
Adler Tatagiba
22/02/2010
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Adler Tatagiba Na Rádio MEC programa na íntegra.

Postado em 08 dezembro 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

 

 

Para ouvir o Programa dê o Play no Player abaixo:

Depois de certo tempo fica difícil dizer que você ouve apenas a música, pois a poesia invade sua mente e fica-se envolto de muitas lembranças. Contudo, a beleza toma conta do interior permitindo novas emoções também, principalmente, se for algo desconhecido, mas se for conhecido as recordações se misturam a novos sentimentos e muita satisfação se faz presente. Por isso, temos nossa própria trilha sonora e se faz necessária.

A música instrumental tem uma beleza aparentemente pura, mas existe em sua elaboração a complexidade, mesmo em suas variações, da exatidão matemática, que mesmo ao ouvi-la fará seu cérebro exercitar sob pressão emocional, trazendo assim, um amadurecimento emotivo e aumentando a capacidade intelectual do ouvinte, tornando-o, pode-se dizer, mais inteligente.

Como a maioria das pessoas quando lhes faltam palavras para expressar a extrema beleza, atribui-se à criação de seus deuses… É uma obra Divina!

Você poderá ouvir outros programas acessando a Rádio Mec pela internet no link abaixo:

http://www.radiomec.com.br/fm/musicaemusicos.asp

 

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Adler Tatagiba e José Carlos Ligiero são notícias no Globo – 29/11/2009

Postado em 29 novembro 2009 por Marco Antonio Mattos Rezende

 

Saiu no jornal O GLOBO,
no caderno Norte Fluminense
no dia 29 de novembro de 2009.

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