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Comemora-se hoje Dia Internacional da Amizade 20/07

Postado em 21 julho 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

“Comemora-se hoje, 20 de Julho, o Dia Internacional da Amizade ou do Amigo, fruto da iniciativa aguerrida do argentino Enrique Ernesto Febbraro, dentista, professor e músico, que levou décadas para alcançar o seu objectivo.

Reza a história que logo depois de terminada a II Guerra Mundial, em 1945, Febbraro tentou estabelecer com Organização das Nações Unidas (ONU) a criação de um dia dedicado à amizade.

No entanto, a origem do Dia Internacional da Amizade é controversa, isto é, ninguém sabe ao certo como foi que surgiu a ideia de se criar um dia especialmente dedicado aos amigos.

Segundo histórias contadas, esse dentista, entusiasmado com a corrida espacial que estava a todo vapor na década de 60, decidiu prestar uma homenagem a toda a humanidade pelos seus esforços em estabelecer vínculos para além do planeta Terra.

Durante um ano, Febbaro teria divulgado o seguinte lema: Meu amigo é meu mestre, meu discípulo é meu companheiro”.

Algum tempo depois, com a chegada do homem à Lua, em 20 de Julho de 1969, ele escolheu esta data para fazer uma festa dedicada à amizade.

A história diz ainda que a comemoração tornou-se oficial em Buenos Aires, capital da Argentina, em 1979, e, com o tempo, acabou sendo adoptada em outras partes do mundo.

A célebre frase do astronauta norte-americano Neil Armstrong: “um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade”, foi interpretada, assim como a busca por um mundo sem fronteiras, onde a união dos povos, independente de raças, ideologias ou religiões, seria fundamental para a conquista dos objectivos.

Com muita insistência, Febbraro conseguiu que, primeiro a Argentina (em 1979) e depois a ONU (em 1985), reconhecessem a data em seus respectivos calendários. A conquista do professor argentino lhe rendeu indicações ao Prêmio Nobel da Paz.

No mundo, porém, mais 100 países já abraçaram a ideia e seus povos comemoram o Dia Internacional da Amizade na mesma data, 20 de Julho.

Assim como todas as datas especiais merecem comemorações, com o Dia da Amizade não poderia ser diferente.

A amizade é muito importante, pois nos momentos mais difíceis são os amigos que nos ajudam. Muitas vezes estamos longe dos parentes e precisamos contar com os amigos que conquistamos.”
Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/sociedade/2010/6/29/Comemora-hoje-Dia-Internacional-Amizade,3c8ef449-50de-4c40-b969-8cdd78ee9059.html

Nesta data, também devemos nos lembrar dos “inimigos”, pois estes representam para nós, o fracasso do nosso ideal de amigo. Se assim não fosse, seriam indeferentes para nós!!!
Sendo assim, agradeço aos meus amigos o presente de suas amizades e aos inimigos, desejo vida longa, para que um dia consiga aceitá-los com suas diferenças!!!!

Fonte: http://sylviamara.blogspot.com//

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Qualidade do Ensino Público Municipal no Estado do Rio de Janeiro

Postado em 20 julho 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

O quadro ao lado apresenta os municípios com as maiores notas no IDEB de 2009 no Estado do Rio de Janeiro. Mesmo entendendo que é necessário levar em consideração outras variáveis para a avaliação da qualidade do ensino na escola pública municipal, é inegável que a presente avaliação é um importante instrumento para fomentar políticas públicas em direção à melhoria dos programas de ensino público.

Essas informações permitem tirar alguns questionamentos, tais como:

1. Porque os municípios produtores de petróleo (beneficiários dos royalties), não figuram nesta relação, com exceção de Macaé?

2. Por que aos maiores notas são de municípios pequenos como Aperibé e Cambuci?

3. Por que Aperibé apresentou uma trajetória positiva nas últimas três avaliações?

4. Será que a melhor performance da Região Noroeste Fluminense, comparativamente, a Região Norte Fluminense, explica o maior indice de aprovação na UENF desses alunos?

Bem, a busca de respostas a estas indagações podem ajudar a definir estratégias para melhorar a qualidade na educação da Região Norte Fluminense, especialmente, nos ricos municípios produtores de petróleo.

Por Alcimar Chagas, professor da Uenf no Blog Economia do Norte Fluminense

Veja o posicionamento de sua Escola no ig.com.br

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Janis Joplin teve uma carreira curta, mas uma vida intensa

Postado em 15 julho 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

 

Ela esteve no Brasil em fevereiro de 1970.

Janis Joplin seduzia todos com aquele vozeirão. Cantava o blues da maneira mais pura e sensual. Sua voz era áspera, profunda. Vinha de dentro da alma. Irreverente, contestadora, morreu jovem. Teve uma carreira curta – três anos, mas uma vida intensa.

Fonte: http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1606667-17665-303,00.html

 

BIOGRAFIA. 

Janis Lynn Joplin (Port Arthur, 19 de janeiro de 1943 – Los Angeles, 4 de outubro de 1970) foi uma cantora e compositora estadunidense. Tornou-se conhecida no final dos anos 60 como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company, e posteriormente como artista solo. 
Posso não durar tanto quanto as outras cantoras, mas sei que posso destruir-me agora se me preocupar demais com o amanhã. (Janis)

Janis nasceu na cidade de Port Arthur, Texas, nos Estados Unidos. Ela cresceu ouvindo músicos de blues, tais como Bessie Smith e Big Mama Thornton e cantando no côro local. Joplin concluiu o curso secundário na Jefferson High School em Port Arthur no ano de 1960, e foi para a Universidade do Texas, na cidade de Austin, onde começou a cantar blues e folk com amigos.

Cultivando uma atitude rebelde, Joplin se vestia como os poetas da geração beat, mudou-se do Texas para San Francisco em 1963, morou em North Beach, e trabalhou como cantora folk. Por volta desta época seu uso de drogas começou a aumentar, incluindo a heroína. Janis sempre bebeu muito em toda a sua carreira, e sua preferida era a bebida Southern Comfort. O uso de drogas chegou a ser mais importante para ela do que cantar, e chegou a arruinar sua saúde.

Depois de retornar a Port Arthur para se recuperar, ela voltou para San Francisco em 1966, onde suas influências do blues a aproximaram do grupo Big Brother & The Holding Company, que estava ganhando algum destaque entre a nascente comunidade hippie em Haight-Ashbury. A banda assinou um contrato com o selo independente Mainstream Records e gravou um álbum em 1967. Entretanto, a falta de sucesso de seus primeiros singles fez com que o álbum fosse retido até seu sucesso posterior.

O destaque da banda foi no Festival Pop de Monterey, com uma versão da música “Ball and Chain” e os marcantes vocais de Janis. Seu álbum de 1968 Cheap Thrills fez o nome de Janis.

Ao sair da banda Big Brother, Janis formou um grupo chamado Kozmic Blues Band, que a acompanhou em I Got Dem Ol’ Kozmic Blues Again Mama! (1969). O grupo se separou, e Joplin formou então o Full Tilt Boogie Band. O resultado foi o álbum Pearl (1971), lançado após sua morte, e que teve como destaque as músicas “Me and Bobby McGee” (de Kris Kristofferson), e “Mercedes-Benz”, escrita pelo poeta beatnik Michael McClure.

Janis Joplin no Brasil.

Janis Joplin esteve no Brasil em fevereiro de 1970, na tentativa de se livrar do vício da heroína. Durante a sua estada, fez topless em Copacabana, bebeu muito, cantou em um bordel, foi expulsa do Hotel Copacabana Palace por nadar nua na piscina e quase foi presa, pelas suas atitudes na praia, consideradas “fora do normal”.

Como era época de carnaval, tentou participar de um desfile de escola de samba, porém teve acesso negado por um segurança que desconfiou de sua vestimenta hippie. Especula-se que, antes de voltar para os Estados Unidos, teve uma breve relação amorosa com o roqueiro brasileiro Serguei.

Morte.

Janis Joplin morreu de overdose de heroína em 4 de outubro de 1970, em Los Angeles, Califórnia, com apenas 27 anos. Foi cremada no cemitério-parque memorial de Westwood Village, em Westwood, Califórnia, e numa cerimônia, suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico.

O álbum Pearl foi lançado 6 meses após sua morte. O filme The Rose, com Bette Midler no papel de Janis Joplin, baseou-se em sua vida.

Ela hoje é lembrada por sua voz forte e marcante, bastante distante das influências folk mais comuns em sua época, e também pelos temas de dor e perda que escolhia para suas músicas.

Fonte: http://progrio.blogspot.com/2009_07_01_archive.html

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Fanzine “Estúdio de Idéias” Nº 32 – Alecsander Tatagiba

Postado em 06 julho 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

“Mulheres extravagantes estão longe
de ser uma novidade na dramaturgia.
Imprevisíveis, elas servem para
desencadear reviravoltas num enredo,
como já sabiam os escritores
de folhetim do século XIX.
Os autores de telenovelas brasileiras
sempre aproveitaram bem esse recurso.”
Fanzine “Estúdio de Idéias”

Edição número 32
09 de Janeiro de 2010
Autor: Alecsander Tatagiba

Estamos atrasados,
mas colocaremos as postagens dos fanzines em dia.

Os Fanzines
“CABEÇAS QUENTES”
“O Fanzine feito na Praça”
08 e 09 de maio
Edições:
1,2,3,4,5,6,7 e 8
Você pode conseguir com o próprio Alecsander,
por um preço módico,
a qualquer hora ou em qualquer lugar.

Veja os Blogs do Autor nos links abaixo:
Página da Net

http://www.estudiodeideias.blogspot.com/
http://www.oblogimpostor.blogspot.com/

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SHOW COM RITA RIBEIRO no SESI Itaperuna – dia 26/ 06

Postado em 23 junho 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

Rita Ribeiro nasceu no Maranhão e, depois de morar em São Luis, onde iniciou sua carreira de cantora, começou a despontar como grande revelação da música brasileira em 1996.

Em 1997, já morando em São Paulo, gravou seu primeiro CD intitulado Rita Ribeiro, com produção de Mario Manga e Zeca Baleiro. O CD e o show, apresentado em várias capitais brasileiras, deram projeção nacional à cantora maranhense.

Em 1998, assinou contrato com a MZA Music, gravadora do produtor Marco Mazzola, e ainda sob a batuta do maestro Mário Manga, lançou em 1999 seu segundo CD “Pérolas aos Povos”, que recebeu excepcional acolhida de público e crítica. Neste mesmo ano, ao lado de Ney Matogrosso, Milton Nascimento, Zeca Baleiro e Chico César, apresentou-se na noite brasileira do Festival de Jazz de Montreux, na Suíça, e foi convidada para se apresentar no Festival Brasil-Caracas na Venezuela.

 

Em 2000, dando continuidade ao lançamento e divulgação do CD Pérolas aos Povos, Rita Ribeiro foi convidada a participar do Festival Todos os Cantos do Mundo, dividindo o palco com Lokua Kanza, considerado um dos grandes expoentes da música pop africana. Ainda nesse ano, teve seu CD lançado nos Estados Unidos e Canadá pela gravadora Putumayo World Music, o que resultou na realização de uma turnê internacional. Os shows aconteceram entre agosto e setembro de 2000, nas principais cidades americanas e canadenses, entre elas São Francisco, Los Angeles, Toronto e Montreal, para platéias de 15 mil pessoas.

 

O resultado desse empreendimento levou Rita Ribeiro a ser indicada entre os melhores do mundo ao Grammy Awards 43rd, na categoria de melhor álbum de pop latino, realizado em fevereiro de 2001.

 

Ainda em 2001, a cantora lançou seu terceiro Cd Comigo, com produção de Marco Mazzola, co-produção dela e do parceiro Pedro Mangabeira, que representou uma mudança em seu visual e uma ampliação de seu público em todo Brasil.

 

Mas sua popularidade, sempre crescente, aumentou mesmo com o inovador Tecnomacumba, resultado de uma intervenção cultural. O show nasceu em apresentações em uma casa na zona sul carioca, virou um fenômeno independente da mídia. Rita Ribeiro fez diversas temporadas de grande sucesso e levou o espetáculo para as maiores casas de show do país. Em 2005 ganhou, por esse projeto, o Prêmio Rival Petrobras de Música na categoria Melhor Show.

 

Ainda nesse ano participou do Ano Brasil na França, pelo Projeto Pixinguinha, ao lado de artistas contemporâneos como o saxofonista Carlos Malta e o compositor Totonho O cabra. No Brasil Foi convidada a participar das comemorações de 30 anos do Projeto Pixinguinha realizando uma série de shows pelo Brasil ao lado do cantor e compositor carioca Tantinho da Mangueira.

Em 2006 lançou o CD Tecnomacumba, gravado em estúdio com o repertório do show, com exceção das músicas Moça Bonita e Xangô, o vencedor. Mas os fãs sempre cobraram um registro ao vivo.

 

Paralelo a esse sucesso Rita Ribeiro participa de outros projetos. Ao lado de Jussara Silveira e Teresa Cristina, idealizou e produziu o show Três Meninas do Brasil, com direção musical do maestro Jaime Alem. O espetáculo virou DVD e CD de sucesso, lançado em 2008 pelo selo Quitanda e distribuição da: Biscoito Fino. Nesse mesmo ano Rita participa de shows, ao lado de Eduardo Dussek, em homenagem a Carmen Miranda enquanto refresca seu repertório nos shows acústicos.

 

Em 2009. Rita Ribeiro lança em DVD e CD o álbum Tecnomacumba – a tempo e ao vivo, gravado em um grande show no Vivo Rio que contou com participação de Maria Bethânia e tem nos extras depoimentos de Alcione, Ney Matogrosso, Angela Leal e Jean Wyllys. O vídeo comemora seis anos de sucesso do projeto, que continua na estrada despertando curiosidade e trazendo cada vez mais pessoas aos shows.

 

O formato das apresentações intimistas serve de base para o projeto SubUrbano Coração, projeto em pré-produção para virar CD ainda no primeiro semestre de 2010.

 

Ingressos no SESI:

R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia – Clientes SESI Clube, Terceira Idade e Estudantes)

Classificação: 12 anos

 

Realização: Sistema FIRJAN

Apoio: Faculdade Redentor e Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer da Prefeitura de Itaperuna

 

Mais informações: 3811-9200

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Histórias da nossa música… – Por Karina Vieira

Postado em 08 junho 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

Histórias da nossa música… – Por Karina Vieira

É com muito orgulho que posto essas fotos tão importantes da nossa história musical…Podem se emocionar! Fotos quase nunca vistas…Um pequeno grande acervo!
Cartola em 1976 gravando seu segundo LP com sua filha Regina …

João do Vale, Zé Keti gravando “Opinião”

Elis Regina festival de Montreaux na Suissa

Nelson Cavaquinho caminhando no subúrbio

Donga ,Pixinguinha e João da Bahiana…

Chico Buarque e Taiguara gravando na TV Record em SP no começo da Bossa nova…

Paulinho da Viola em 1980 no “show Zumbido”

Uma das primeiras estrelas da música Brasileira Elizete Cardoso canta na TV TUPI

Vestidos de pescadores estilizados, Herivelton Martins, Dalva de Oliveira e Nilo Chagas ladeiam o compositor baiano Dorival Caymmi…

Amigos, espero que voçês gostem tanto quanto eu dessas fotos maravilhosas, que consegui…
Um beijo e bom domingo para todos…

Kari

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Vale Cultura

Postado em 06 junho 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

O que é o Vale-Cultura?

 

Video_Oficial_150_150É a primeira política pública governamental voltada para o consumo cultural. Até hoje, todas as ações tiveram foco no financiamento da cultura. Com o Vale-Cultura os trabalhadores poderão adquirir ingressos de cinema, teatro, museu, shows, livros, CDs e DVDs, entre outros produtos culturais. É uma política de inclusão social. A iniciativa visa estimular a visitação a estabelecimentos de seviços culturais e artísticos com benefícios evidentes na promoção da inclusão sociocultural e na agregação de capital simbólico ao trabalhador.

O vale será similar ao já conhecido tíquete-alimentação. Trata-se de um cartão magnético, com saldo de até R$ 50,00 por mês, por trabalhador, a ser utilizado no consumo de bens culturais. As empresas que declaram Imposto de Renda com base no lucro real poderão aderir ao Vale-Cultura e posteriormente deduzir até 1% do imposto devido. O valor do vale leva em consideração o orçamento familiar do trabalhador e possibilitará o consumo de bens culturais sem onerar o beneficiado.

Os trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos arcarão com, no máximo, 10% do valor (R$ 5,00). Os que ganham mais de cinco salários mínimos também poderão receber o benefício, desde que garantido o atendimento à totalidade dos empregados que ganham abaixo desse patamar. Para esse contingente de salário mais elevado o desconto do trabalhador poderá variar de 20% a 90%. Estima-se que, cerca de 12 milhões de brasileiros poderão ser beneficiados pelo Vale-Cultura.

Estimativas do Ministério da Cultura mostram que o Vale-Cultura pode aumentar em até R$ 600 milhões/mês ou R$ 7,2 bilhões/ano o consumo cultural no país. Além disso, terá o potencial para fortalecer as cadeias produtivas da Economia da Cultura, por meio da geração de renda, trabalho e emprego em setores mais do setor cultural.

O Projeto de Lei que implementa o Vale-Cultura nasceu de estudos realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostram a exclusão cultural no Brasil: apenas 14% da população brasileira vai ao cinema regularmente, 96% não frequenta museus, 93% nunca foi a uma exposição de arte e 78% nunca assistiu a um espetáculo de dança.

Como a empresa não será obrigada a conceder o Vale-Cultura, o MinC aposta nas parcerias e benefícios concedidos para fortalecer a iniciativa. De um lado, estão as empresas de lucro real, que podem deduzir até 1% do Imposto de Renda devido, de outro estão diversas as centrais sindicais que já demonstram a intenção de incluir nas negociações coletivas o Vale-Cultura.

Lei Rouanet – Os incentivos fiscais (1% do Imposto de Renda devido) concedidos às empresas de lucro real que optarem pelo Vale-Cultura não concorrem com os benefícios concedidos via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Uma empresa que desconta, por exemplo, 4% para a Lei Rouanet poderá apoiar a Cultura também por intermédio do Vale-Cultura. São políticas que se complementam no esforço de diminuir a exclusão cultural no Brasil. A partir da implementação do vale as empresas poderão apoiar paralelamente a produção e o consumo de bens culturais.

Veja também discurso do ministro da Cultura no lançamento do Vale-Cultura.

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YouTube Direkt

(Texto: Grazielle Machado, Ascom/MinC)

Fonte e Leia mais: http://blogs.cultura.gov.br/valecultura/o-que-o-vale-cultura/

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Entre Brasília e Itaperuna – Professor ZéLuiz

Postado em 04 junho 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

Entre Brasília e Itaperuna

Um dos mitos que ouço desde criancinha é que após a construção dos extensos gramados de Brasília – que faz agora 50 anos – coube aos pedestres determinarem pelo uso os passeios a serem pavimentados. Isso não encontra respaldo na realidade, pois o projeto arquitetônico da Capital Federal se lixava para os transeuntes; foi concebido para esboçar a modernidade da incipiente indústria automobilística e a solução do transporte individual. Isto é, a mobilidade da cidade se apoiava nas vias confortavelmente largas e bem traçadas configurando sua insustentabilidade megalomaníaca a quatro rodas. O único traço a considerar o pedestre são seus edifícios sob pilotis que nos permitem atravessá-los lados a lados. Nunca, naquele tempo, o senhor Lúcio Costa poderia se vergar à profecia de um futuro de transportes de massa ou de deslocamentos a duas rodas sem motor, ou seja, à bike, como insistem nossos jovens. Brasília se acha conceitualmente uma cidade pronta e acabada para ser habitada por “um sujeito universal e anônimo que se encaixe perfeitamente em suas concepções”. A despeito dos esforços que fazem para humanizá-la, distribuindo lotes e panetones de Natal em sua periferia, a cidade permanece estática. Foi concebida para ser assim, de pedra.

Gosto muito mais de morar em Itaperuna. Aqui a gente pode se arrepender, voltar a trás, conjecturar, pretender ser o que ainda não é, desmanchar e refazer, reformar e corrigir, inventar profecias. Vivemos numa cidade cheia de possibilidades. Agorinha mesmo perdemos uns bons caraminguás do ICMS Verde por pura ineficiência da administração municipal. Os maganos simplesmente não enviaram o relatório informando as melhorias da cidade na área ambiental ou não cumpriram as exigências da legislação. Neste caso não basta se arrepender; é preciso cobrar responsabilidades.
Mas, voltemos à arquitetura. Detesto me lembrar que destruímos as nossas estações de trens – há municípios vizinhos que arranjaram boa utilidade para elas. Aliás, aqui pusemos abaixo inclusive a estação rodoviária em 1984. Era uma construção soberba em termos de alicerces e poderia ter sido mantida sobre pilotis sem atravancar o passeio do distinto público. Daria uma bela biblioteca e hoje a prefeitura não teria, após procurar muito, de instalá-la num ponto completamente fora de mão, pois a travessia que leva a ela é uma das picadas em que os pedestres mais arriscam a vida no trânsito furioso da nossa cidade.
É incrível como o poder público quase sempre consegue ser tão anacrônico. Fico olhando aquele chafariz com que homenagearam o Sr. Hermes de Novaes Leite. É muito triste quando se quer ser moderno sem a tutela da inteligência. Construíram uma fonte (leia-se: depósito de larvas de mosquitos) iluminada que nunca funcionou – a água não jorrava e as luzes não acendiam. Na verdade foi uma pedra no meio do caminho dos transeuntes, só pra lhes embaraçar o ir e o vir. O governo anterior – por razões inconfessáveis – cismou de “consertar” a fonte. A engenheira responsável pelo projeto conseguiu uma proeza do design reformista: tornou horrorosa uma coisa que já era feia e sem serventia.

Já o povo, não! A gente consegue tirar proveito do mal feito. O gradil que cerca o tal chafariz tornou-se fonte de segurança das bicicletas com que os cidadãos modernos vão até o centro da cidade. É a consagração pelo uso. Só falta uma ajudazinha dos gestores municipais: ouvirem a voz das ruas e construírem no local do estorvo – e em outros, obviamente – um bicicletário. Isso é modernidade nesses tempos de locomotividade alternativa.

Postado por Professor Zeluiz
http://professorzeluiz.blogspot.com/

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Programação do SESI Itaperuna para Junho 2010

Postado em 04 junho 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

Programação do SESI Itaperuna para Junho 2010

Clique no folder para ampliar.
- Oficinas Teatrais
-Contação de Histórias – Dia 9
- A Cena em Conjunto – Dia 16
- Onde Eu Botei o Meu Nariz – Dia 23
- Encontro com o Riso – Dia 30
- Arte Metal Quinteto
- Música Clássica
- Dia 10
- Tudo que eu Queria te Dizer
(Comédia Romântica)
- Dia 12
- 15 Anos dos Irmãos Brothes
(Peça Infantil)
-Dia 19
- Show com Rita Ribeiro
- Dia 26
Teatro SESI Itaperuna

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Unicidades Nº 17 – Especial Cidades ITAPERUNA

Postado em 04 junho 2010 por Marco Antonio Mattos Rezende

Clique na foto para ampliar.

Editorial da Revista Unicidades

Há um ano fazíamos o primeiro “Especial Itaperuna”,

no formato das primeiras edições, ou seja, história, arquitetura, turismo…

 Este especial vai falar de “Gente da Terra”

fizemos uma seleção de nove pessoas.

A nossa preocupação foi ter uma mostra bem heterogênea

 e pedimos a estas pessoas para nos indicar dois outros nomes,

 que segundo elas merecem um destaque.

Além desses nomes na conclusão do nosso especial, no artigo “…

E muitos outros” falamos de outros nomes

que marcaram sua passagem por Itaperuna.

É claro que muitos dos nossos leitores vão concordar

com a nossa lista e muitos outros, como eu mesmo,

vão achar que faltam um ou outro.

Abusando do meu papel de editor

e discordando da seleção dos nossos jornalistas e cronistas,

diria que para mim,

a pessoa mais importante é o meu pai

a quem eu  devo tudo o que eu sei.

Aproveito este espaço para homenageá-lo

e através deste ato, homenagear todos os pais e mães,

 que não foram citados nos nossos artigos.

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