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7 tipos de usuário que você deve evitar no Facebook

Postado em 20 setembro 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

 

Rebecca Porphírio

Da redação

 Aproveitando o número cada vez maior de usuários que têm migrado para o Facebook, e a diversidade cada vez maior de personalidades que lá temos encontrado, o site All Facebook resolveu fazer uma lista curiosa, e sejamos honestos um pouco “maldosa”, com tipos de usuários que devemos evitar. Será?

Antes de mais nada, fica a dica desta que vos fala para somente adicionar a seu perfil pessoas que conhece pessoalmente, com quem partilhe interesses profissionais ou culturais ou de quem já tenha ouvido falar. Não saia adicionando desconhecidos aleatoriamente ou poderá ter várias surpresas, além de por em risco informações pessoais.

“Se evitar de adicioná-los ao seu perfil não for possível, pelo menos esconda-os de suas publicações lidas”, diz o AllFacebook. Abaixo listamos os “tipos” de usuários categorizados pelo site e as considerações que faz sobre cada um. Leia até o fim e responda: você concorda? Já adicionou alguém assim por acidente?

1 – Aquele que é cheio de si
“A sessão de fotos foi ótima. Partiu casa de praia com a galera”. Para algumas pessoas, o Facebook é uma maneira de mostrar ao mundo como eles são superiores. Esse tipo de gente costuma fazer spam em perfis de pessoas que nem os conhecem, adicionando usuários com quem nunca falaram antes, e com quem não se importam tampouco. Não alimente isso. Procure criar a rede com pessoas com quem você gostaria de compartlihar momentos, sejam quais forem.

2 – Aquele que podia, pelo menos, tentar ser modesto

“Porsche na garagem… de novo! Acho que vou melhorar essa lata velha”. Já pensou um post desses no seu mural? Na verdade, você pode não ter visto nada sobre Porsches. Mas será que nunca ficou pensando “E daí?” para aquele post de um conhecido mais exibido? Bom, você não deve ser grosseiro e nem esnobar a situação de um amigo ou colega, só não alimente isso. Esse usuário poderia ter muito mais moral se publicasse conhecimento útil para todos ou pensamentos que agregassem valor à vida diária.

Botão para denunciar spam. (Foto: Reprodução)3 – Aquele que tem bem mais de 1.000 amigos

“Nate adicionou Zackary Freeman e outras 34 pessoas”. Pesquisas recentes demonstraram que quanto mais amigos e posts você tem, mais narcisista parece aos olhos alheios, especialmente se o que publica é dedicado a se autopromover. O Facebook não só alimenta a vaidade dessas pessoas, como aumenta a chance de golpes, com situações que acabam tirando vantagem da confiança e ingenuidade de usuários da rede social.

4 – Aquele que você acha que pode vir a querer bater as botas

“Pensando no dia de hoje, tudo deu errado”. Esse tipo de usuário mal alimenta o próprio status, mas quando o faz, sempre diz algo do gênero. É da nossa natureza querer piedade ou compaixão, mas tentar isso com algumas curtidas em nosso mural não vai nos fazer sentir melhor. Todos temos nosso dias ruins e a última coisa que todos querem ver em suas próprias vidas estressantes é mais estresse, especialmente em uma rede social que usam para interagir com amigos ou se divertir. Portanto, evite alimentar esse tipo de publicação.

5 – Aquele que acha que as trivialidades rotineiras realmente significam algo

“Meu café da manhã hoje foi delicioso, hoje vai ser um dia incrível”. Esse tipo de usuário gosta de contar cada detalhe do próprio dia a todos. Alguns dão importância, outros não… De qualquer forma, procure interagir apenas com aqueles com os quais voc~e já compartilhou momentos de um dia, ou conversas mais pessoais.

6 – Aquele que não consegue superar seu coração partido

“Acho que não era pra ser”. De vez em quando, você vai se deparar com um amigo ou amiga que acabou terminando um relacionamento de algum tempo e vai, sim, precisar desabafar as próprias frustrações com o mundo, o que é normal e compreensível. E você deve sim apoiar seus amigos nesses momentos, mas em particular. Não alimente a necessidade dos seus amigos ou conhecidos de ficar dividindo os próprios problemas publicamente, com pessoas que não conhecem.

7 – Aquele que não tem vida

“Catherine acabou de encontrar Ovos Brancos Misteriosos e gostaria de agradecer”. Se você tiver sorte, a maior parte dos seus amigos que jogam social games, terá o bom senso de só te convidar pra cada jogo uma vez. Se você não tiver sorte, você têm aqueles conhecidos que te indicam para o mesmo jogo muitas vezes e não param de mandar solicitações ao ponto de você precisar bloquear o aplicativo e a pessoa, as vezes.

Tem usuário que abusa tanto disso, que o mural inteiro da pessoa acaba sendo um grande compilado de compartlihamentos de jogos e presentes virtuais. A proposta do próprio Facebook é oferecer valor á vida das pessoas dando ideias, criando relacionamentos e histórias. O usuário deve se lembrar de que o que coloca em seu mural é lembrado por todos que o veem, afetando suas relações na vida pessoal

Fonte: http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2011/09/7-tipos-de-usuario-que-voce-deve-evitar-no-facebook.html

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Reserva marinha mexicana quintuplica em dez anos o número de peixes

Postado em 23 agosto 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

 

Cabo Pulmo, o paraíso da vida marinha

 

A reserva marinha Parque Nacional Cabo Pulmo, na costa oeste do México, praticamente quintuplicou o número de peixes em dez anos, segundo estudo da Universidade da Califórnia, em San Diego, Estados Unidos.

O projeto de recuperação surgiu a partir do entusiasmo e dedicação da população local que, incomodada pela devastação do ecossistema, estabeleceu o parque em 1995 e, desde então, se dedica a protegê-lo.

“As mudanças mais importantes que observamos é que o número de espécies no parque quase duplicou e o número de indivíduos e seu tamanho, que em conjunto são os quilos de peixes, aumentaram mais de 460%”, conta o biólogo marinho Octavio Aburto-Oropeza, do Instituto Scripps.

Experiência inspiradora

Cabo Pulmo tem 71 km² e é quase 70 vezes maior do que a maioria das reservas estudadas até hoje.As espécies mais comuns na área são garopa do golfo (Mycteroperca jordani), garopa sardineira (Mycteroperca rosacea), pargo cinza (Lutjanus novemfasciatus), pargo amarelo (Lutjanus argentiventris) e cavalinha (Seriola lalandi).

“É surpreendente que as comunidades de peixes em um recife superexplorado possam se recuperar até chegar a níveis comparáveis com aos de recifes remotos, onde nunca ocorreu a pesca humana”, avaliou Aburto-Oropeza.Aburto-Oropeza diz que a criação de áreas marinhas pode “elevar significativamente a produtividade dos oceanos, gerando benefícios econômicos para as comunidades costeiras”.

“Poucos legisladores no mundo estão conscientes de que o tamanho e a abundância dos peixes pode aumentar extraordinariamente em muito pouco tempo, a partir do momento em que se estabelece a proteção ambiental e se cria uma reserva marinha”, defende.

Veja outras fotos:
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A cultura do interior do Estado do Rio ganha espaço na TV?

Postado em 26 julho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

 
Clique para aumentar
Belisa Ribeiro estreou na TV Band, dia 24 de julho o programa Caminhos da Cultura que irá ao ar todos os domingos das 8h às 8h30m. Com o objetivo de divulgar e preservar a identidade cultural do Estado do Rio de Janeiro, a jornalista realizou vinte e um vídeos-documentários sobre manifestações culturais em cidades do interior, descobrindo verdadeiros tesouros e personagens incríveis. No programa, além dos vídeos, entrevistas de estúdio e a agenda cultural dos municípios.
O programa terá seu próprio site:

 

E receberá contribuições de telespectadores, como vídeos, fotos e sugestões de entrevistados e reportagens.
Na estréia, Caminhos da Cultura tem como gancho o Festival do Vale do Café e como tema a cidade de Vassouras. Com música instrumental e erudita nas fazendas coloniais, nas igrejas e nas praças, o evento já levou aos municípios da região do entorno do Rio Paraíba do Sul mais de meio milhão de turistas em suas oito edições anuais, sempre no inverno. No programa terá destaque à reportagem sobre manifestações culturais surgidas da herança dos escravos – jongo, capoeira, maculelê – e danças tradicionais portuguesas preservadas pelas comunidades de pequenos distritos e levadas às ruas, no Cortejo das Tradições. Até o carro de boi vira atração, servindo como abre alas dos desfiles. No estúdio, Belisa receberá para uma apresentação um grupo de jovens saxofonistas do PIM – Programa de Integração pela Música – Ponto de Cultura eleito pelo Ministério da Cultura, com sede em Vassouras.
Um dos elementos do cenário de Caminhos da Cultura será um espantalho, em homenagem à cultura dos produtores rurais. Os telespectadores e visitantes do site vão escolher o nome do boneco, realizado pelo Atelier Rabisco, do professor João dos Santos, especialista em cultura popular.

 

Alguns temas:
Vassouras – A cidade é símbolo da fartura do Ciclo do Café e pouca gente tem a dimensão da quantidade e da beleza das fazendas coloniais, preservadas e abertas à visitação – verdadeiros palacetes incrustados na Mata Atlântica. O vídeo documentário releva que mais de 200 propriedades já fazem parte do inventário do Vale do Paraíba Fluminense que lista suas características arquitetônicas, geográficas e históricas e mostra o dia a dia dos herdeiros dos barões do século XVIII que decidiram morar, em pleno século XXI, dentro de verdadeiros museus.
Paty do Alferes - Famosa pela produção de tomate, a cidade de características eminentemente rurais também surpreende com flores – as de palha de milho são feitas por artesãs camponesas que conseguiram mudar de vida a partir da venda de seus produtos até para fora do Brasil. E as bromélias. São centenas de milhares, cultivadas durante o ano todo, em uma das maiores produções do país. As flores são estrelas de uma exposição anual que já existe há 10 anos e faz Paty, no início da Primavera, receber um número de visitantes igual ao de sua população – 25 mil pessoas.
Miguel Pereira - Famosa pela excelência do clima, a cidade com menos de 30 mil habitantes, ainda cativa pela tranquilidade do interior, mas surpreende pelo teatro de vanguarda. O centro Popular de Conspiração Gargarullo, fundado por um grupo de autores e atores amadores, leva ao palco o médico de família e o advogado conhecidos de todos como atores em peças de autores clássicos como Tchecov ou Arthur Azevedo. E causa polêmica ao colocar o dono da única livraria da cidade de cueca dentro de uma gaiola em peça experimental. Reconhecido pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro como Ponto de Cultura, o CPC atrai parceiros até da Inglaterra e está mudando a vida cultural de Miguel Pereira.
Mendes - Ainda é possível caminhar por ladeiras calçadas com pedras tipo pé de moleque, colocadas por escravos no século 19, nesta cidade que se especializou em música. Todo domingo tem Chorinho na praça e esta tradição deu origem ao evento regional Café Cachaça e Chorinho, que já reúne anualmente mais de 10 municípios do Vale do Paraíba, atraindo milhares de turistas. O vídeo mostra ainda que as crianças foram “contaminadas”. Mendes ganhou recentemente uma filial do PIM – projeto Integração pela Música – com disputa pelas vagas para aprender instrumentos como violino. E tocar em concertos, sim, mas também na praça.
Acompanhe também nas redes sociais:
www.facebook/caminhos-da-cultura
@Caminho_Cultura

 

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Dê Oportunidades – Guarda Mirim – Itaperuna

Postado em 20 julho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

Associação Guarda Mirim de Itaperuna

Fundada no dia 25 de abril de 1985,

26 anos servindo nossa comunidade.

Assegura aos jovens menores de 18 anos o ingresso no mercado de trabalho.

É uma espécie de contratação especial onde os jovens participam da parte teórica (junto à Associação) e prática (junto às Empresas Contratantes) estagiando por 04 horas diárias.
A contratação é isenta de Contribuições Patronais e o Contrato é feito através da Associação que se encarrega da anotação na CTPS.

Entre em contacto conosco e contrate agora mesmo.

Telefone: (22) 3824-1604 

Email _ agmi_itaperunarj@hotmail.com

 

Dê oportunidades … contrate um Menor Aprendiz!!

 
Enviado por Christiane Matheus

 

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Por onde andei, pensei em você! Por Claudete Cerqueira

Postado em 11 julho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

 

Viajar… Conhecer países, cidades e lugarejos, nos permite vivenciar o que há de melhor em cada cultura.
Atenta ao modo como as cidades são formadas, planejadas ou não, criando beleza para os olhos de quem as vê e seguindo o curso da sua história, observo também as partes que formam o todo e montam o quebra-cabeças da busca pela beleza e qualidade de vida que faz de cada cidade um bom lugar para se visitar, admirar e principalmente, o local escolhido para se morar.

E é isso que encanta e fascina, porque em todos os lugares por onde andei, me senti tocada de alguma forma, pelo jeito especial que cada povo tem de levar a vida. Então, a viagem, que deveria ser apenas um tempo de descanso e diversão, assume várias formas de reflexão, identificação de emoções e novos aprendizados.
Partindo do princípio do ditado popular que prega para que em Roma se viva como os Romanos, sigo viagem querendo desfrutar o que cada cultura tem a oferecer.

Neste mês de maio, resolvi aprofundar o encontro com minhas raízes e parti para descobrir e aproveitar os encantos e sabores da Península Ibérica.

A cada nova cidade que conhecia, não resistia à tentação de analisar os vários aspectos que a qualificariam como interessante, irresistível, inteligente ou apenas agradável.

Cada ítem foi levado em consideração, tais como: o modo como as cidades são projetadas; o funcionamento dos serviços básicos que facilitam o dia-a-dia da população; os cuidados preventivos e curativos com a saúde; a forma de conduzir os programas educacionais; os bem-desenvolvidos programas sociais buscando aumentar o poder aquisitivo das classes menos abastadas; o lugar de destaque que ocupa a agricultura; o trânsito fluente, as muitas opções de se chegar mais rápido aonde se pretende ir; a segurança de se poder ir e vir sem medo de ser roubado ou agredido; o embelezamento municipal com parques e jardins; as lindas ruas e avenidas com árvores floridas até mesmo árvores frutíferas para exalar um agradável odor pelo ar. São cidades com identidade visual, olfativa, táctil, gustativa e auditiva, que se tornam perfeitamente viáveis com projetos de urbanismo, paisagismo, reflorestamento, aclimatamento, saúde auditiva (que respeita o nível permitido de sons e substitui os ruídos maléficos por boa música e concertos ao ar livre) e lazer construtivo, desenvolvido por programas culturais e desportivos de qualidade.

Tudo é levado em conta para se fazer da cidade um lugar, que desperte em cada visitante, o desejo de nela morar ou de sempre querer voltar, e, ainda, poder ser sentida por seus habitantes como seu verdadeiro lar!

O conjunto de ações que despertam tantas sensações pode ser percebido no prazer de se apreciar os monumentos históricos bem preservados e notar a cultura, em todos os momentos, dando o tom da alegria, diversão, criatividade e entusiasmo.

A religiosidade é valorizada e respeitada.

O tradicional é reverenciado e convive em perfeita harmonia com a contemporaneidade.

Tudo é criteriosamente estudado e planejado para se transformar o feio em bonito, o ruim em bom.

Isso é sonho? Não, é realidade constatada.

Ao chegar em Lisboa me surpreendi com a tranqüilidade e limpeza de uma capital internacional, que apesar da crise financeira, mantém o turismo em alta. Assim que fomos recepcionados se apressaram em nos tranqüilizar que poderíamos usar inclusive o metrô em qualquer horário sem preocupações com a segurança. Fato comprovado e aprovado.

Decidimos ir ao shopping Vasco da Gama, ao lado da praça das nações e almoçamos no restaurante Serra da Estrela. Ao lermos o cardápio fiquei em dúvida se falávamos o mesmo idioma. Tivemos que transformar o garçom numa espécie de intérprete para nos explicar o que era: Chanfana à regional; Favas à serrana; Misto de enchidos com batata salteada e migas; Morcela de seia com grelos salteados; Entremeada à serrana e Jardineira de chocos. O único prato que consegui acertar foi o BACALHAU COM NATAS. Aliás, o bacalhau português, oferecido em 21 receitas diferentes, merece a boa fama que tem!

Conhecer a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerônimos, e provar os tradicionais pastéis de Belém é passeio obrigatório.
À noite quem poderia resistir a um jantar regado a vinhos, caldo verde, bacalhau e de sobremesa um toucinho do céu?! Ouvimos os fados interpretados por duas cantoras e um cantor e assistimos as danças folclóricas portuguesas no restaurante típico O Forcado.
Tudo simples, mas de boa qualidade e autêntico!
É mesmo emocionante entender de onde vem a nossa fé, a mesa farta que sempre recebe mais um e o sentido de família que tem o lar como continente, como porto seguro.

“É uma casa portuguesa, com certeza, com certeza é uma casa portuguesa!”

Em todos os lugares muita informação. É louvável ouvir um povo que sabe contar orgulhosamente a sua história!

Fomos para a serra conhecer Sintra, uma vila tombada pelo patrimônio histórico, que guarda marcas do Império Romano, do domínio Árabe e da época áurea dos Reis de Portugal. Próxima a Lisboa, foi tida como residência de verão dos reis portugueses. Mais uma vez voltamos no tempo visitando o castelo e as muralhas que restaram. Para descansar fomos provar o famoso travesseiro, um doce de massa folhada, recheada com creme de ovos e amêndoas e decorado com açúcar de confeiteiro.
Em seguida partimos em direção a Cascais e Estoril. Lindas cidades que conjugam sabiamente o veraneio, com um toque de sofisticação e a atração dos cassinos. Quantos ricos deixam lá seus muitos euros? Eles entenderam a vocação da cidade e disso se valeram para alavancar receita.

Seguindo viagem visitamos Obidos, uma bela vila do século XII, que ainda guarda a sedução da Monarquia.

Em Nazareth e Fátima, constatamos os milagres da fé!

Braga e Guimarães com seus castelos, seus jardins e seus encantos!

Na cidade do Porto me deliciei com a degustação de seus vinhos internacionalmente conhecidos, a boa qualidade da culinária local, o seu prato típico (a francesinha), o belo passeio de barco. Mas o que mais admirei foi a linda iluminação noturna, colorindo monumentos e a natureza, fazendo realçar toda a beleza da cidade!

Em Coimbra nos certificamos do valor e do cuidado que o povo português tem com sua
memória!

A beleza das árvores de jacarandá com suas flores lilás por toda Lisboa e Huelva, retratam momentos de inesquecível beleza!

De Sevilha à Granada, as estradas em ótimo estado de conservação, eram ornamentadas por uma cerca viva de espirradeiras brancas e cor-de-rosa em toda sua extensão! À direita, avistávamos lindos campos de oliveiras, plantações de girassóis, uvas, figos e outras mais, que iam mudando de acordo com a região. Tudo isso mostrava como cada pedaço de terra era devidamente trabalhado!

Em Sevilha dá-se o tom do flamenco!

Granada, situada no sopé da serra nevada, importante estação de esqui, se impõe uma bela cidade enfeitada por laranjeiras que dão a cor do sol e exalam alegria pelo ar!

Barcelona transpira Gaudi e se alimenta, dos Tapas com Cañas, da Paella, do Jamon, das Touradas e do mais belo espetáculo de Águas Dançantes que já assisti! Cidade linda, surpreendente, arrebatadora!

Valença, uma das cinco maiores cidades da Espanha, que é o segundo maior país da Europa, dentre muitas atrações, apresenta a Cidade das Artes e da Ciência, obra do genial arquiteto Santiago Calatrava, a Ponte das Flores, o Palácio da Música, surpreendentes Espetáculos de Pirotecnia, 5 km que restaram das Antigas Muralhas que cercavam a cidade, sua renomada Universidade e o Museu de Belas artes que contém um belo acervo de pintura gótica e muito mais.
Outro fato relevante a acrescentar: a cidade tem como governante uma mulher, uma prefeita!

Madri com suas praças, jardins, parques, monumentos e museus sempre lotados, integram arte, história e bem-viver! Mas o que mais me chamou a atenção foi o trabalho de limpeza urbana. Presenciei a cena em que os funcionários devidamente uniformizados varriam, esfregavam e desinfetavam com forte jato de mangueira as calçadas e ruas da cidade. Uma bela noção de SANITARISMO, investimento alto que se paga, pois a cidade limpa protege a população contra doenças.

Enfim, cada cidade com seus atributos cria uma personalidade própria podendo expressar seu coração e sua alma! Vivenciá-las despertou em mim a velha convicção de que sempre existe uma nova forma de se melhorar.
Tudo isso me tocou e me remeteu ao tempo em que tão entusiasmadamente e orgulhosa do potencial da nossa cidade e da região noroeste-fluminense, me empenhei em participar dos Seminários da RIONOR, ouvindo, aprendendo, escrevendo, criando e compartilhando nossas idéias de como tornar Itaperuna um lugar cada vez melhor de se viver!

Durante toda a viagem, na qual embarquei para me distanciar, me peguei, a todo momento, analisando modelos, desenhando novas paisagens, criando soluções, no intuito de entender a nossa vocação e desejando que nossa cidade venha a ter a sua própria assinatura e o lugar de destaque que merece!

De repente me pego cantando Herbert Vianna:
“Aonde quer que eu vá, levo você no olhar…”

É isso! Entendi!

Viajei pra tão longe e em nenhum momento saí daqui!

Pude então compreender o meu nível de comprometimento com Itaperuna e o quanto os nossos laços são estreitos e inseparáveis.

Portanto só me resta dizer que:

POR ONDE EU ANDEI, PENSEI EM VOCÊ!

Por Claudete Machado Cerqueira, em 24 de junho de 2011.

Publicado na Revista Estilo OFF – Julho/ 2011

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“Oficina de Música” na Semana Acadêmica na FAETEC – por Adler Tatagiba

Postado em 22 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

Este texto foi apresentado no dia 14/06 dentro da programação da “Oficina de Música” na Semana Acadêmica, para cerca de 30 alunos do curso de Pedagogia do INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE ITAPERUNA (ISEI) – FUNDAÇÃO DE APOIO À ESCOLA TÉCNICA (FAETEC)
Um dia, recebi um cartão que dizia: “Mr. Schafer. Tenho oito anos. Minha professora tocou sua música na aula. Eu gostei. Seu amigo Eduardo”.

“A Orquestra mágica de Edward” foi escrita para Edward e para todas as crianças.

A ORQUESTRA MÁGICA DE EDUARDO (Murray Schafer)
Adaptação: Adler Tatagiba (Mestrando em Música / UFRJ)

_ “Hoje, vamos aprender a respeito da orquestra”, disse a professora de Eduardo, e algumas crianças – as que se interessavam por música – endireitaram-se na cadeira.

_ “Em primeiro lugar, vem a flauta”, disse a professora, que se chamava Simone [1]. E sem dizer mais nada ligou o aparelho de som e toda a sala foi imediatamente inundada pelos sons fluentes da flauta:
Foi assim que a flauta soou.
Simone interrompeu a gravação e perguntou à classe com o que a flauta se parecia.
_ “Passarinhos”, disse Elaine, a primeira a levantar as mãos.
Várias crianças deram sua opinião.
Simone perguntou a Eduardo com o que a flauta se parecia. Houve uma longa pausa.

Então:
_ “Um cachorro caçando um gato?”, perguntou Eduardo, não muito seguro de si. Todos riram.
“Bem… disse a professora Simone, esta é uma resposta original”. Mas ela não sabia mais o que dizer e, desse modo, voltou ao aparelho de som e continuou: “Agora, vamos ouvir a clarineta”:

Foi assim que a clarineta soou.
Eduardo tentou ouvir, mas ele estava achando muito difícil. E, na hora em que o terceiro instrumento foi apresentado, ele já estava com muito sono.
Era o violino, e o suave arqueado de seus sons o deixaram realmente com muito sono.

Cantou o violino.
Eduardo ficou sentado com os olhos meio fechados, sonhando acordado.
Em seu sonho, ele se viu num grande campo. Era noite, mas ele não estava com medo. Nem mesmo quando viu um velhinho de pé, logo a sua frente. À medida que se aproximava, pôde ver, sob o luar, que o velhinho estava com os olhos fechados. Sua cabeça estava levemente inclinada para o lado, como se estivesse ouvindo alguma coisa. Mas isso não era possível, porque não havia nada para se ouvir. Nada se movia. Ainda assim, quando Eduardo se aproximou, o homem, que tinha um jeito bondoso, inclinou-se para ele e disse:

_ “Você está ouvindo?”.
_ “Ouvindo o quê?”, disse Eduardo.
_ “Chhh”, disse o homem. “Ouça… as estrelas estão se banhando n’água.”
Eduardo tentou escutar, mas não pôde ouvir nada…

_ “Está desaparecendo agora”, disse o homem.
_ “Eu não ouvi nada”, disse Eduardo.

_ “Você precisa estar no lugar certo e na hora certa. Antes de tudo precisa encontrar o LUGAR DE OUVIR.” (Ele pronunciou essas palavras muito claramente, e é por isso que as escreveu com letras maiúsculas, justifica Schafer). “E você precisa saber como trazer esses sons para perto, de modo que consiga ouvi-los.”

_ “Onde é o lugar de ouvir?”, perguntou Eduardo.
_ “Isso depende”, disse o homem. “Talvez em seu quarto, logo antes de dormir. Esse é um bom lugar para começar. Ó meu Deus,” disse de repente, “tenho que ir! Ouça aquele trovão!”. E num instante já havia desaparecido, deixando Eduardo sozinho no campo. Eduardo conseguiu ouvir o trovão muito bem, e, de repente, o trovão parecia estar dizendo o seu nome, com sons muito fortes e claros.
_ “Eduardo”… “Eduardo”…

A professora Simone estava dizendo, muito firmemente: “Eduardo… você não gosta do violino?”.E subitamente Eduardo percebeu que estivera sonhando acordado.
Toda a classe estava olhando para ele.

_ “Você não gosta do violino?”, repetiu a professora.
_ “Eu… estava procurando ouvir outro som”, começou a dizer devagar.
_ “Que som querido?”, perguntou Simone. Ela parecia realmente curiosa.
Mas como ele poderia explicar seu sonho? Então ele ficou sentado, sem dizer nada.
_ “Que som você estava procurando?”. Insistiu Simone de um modo tão carinhoso que Eduardo não sentiu qualquer dificuldade em responder.
_ “O som das estrelas banhando-se n’ água.” E antes que a classe pudesse rir continuou:_ “Eu vi aquele homenzinho, que disse que eu podia ouvir esse som, e ele me mostrou que poderia escutá-lo profundamente”.
Aí a professora Simone disse uma coisa que surpreendeu a todos, inclusive a ela mesma. “Vamos todos tentar ouvir o som”, disse. Todos tentaram.
Houve um grande silêncio, que durou muito tempo.

… … …

Mas quando Simone perguntou se alguém havia ouvido o som, ninguém conseguira. Foi então que Eduardo se lembrou do que o homenzinho dissera a respeito do LUGAR DE OUVIR e, então, contou à classe.

_ “Talvez esse não seja o melhor LUGAR DE OUVIR”, disse Simone; e, então, ela pediu para que todos tentassem encontrar o lugar certo em casa, naquela noite e no dia seguinte, ao vir para a escola, contassem às outras crianças o que haviam ouvido.
Eduardo estava realmente excitado em casa. Durante todo o tempo, tentou concentrar-se e ouvir o som das estrelas banhando-se n’água. Assim que escureceu, foi para o quintal. As estrelas estavam lá (ou, ao menos, podia ver algumas delas), mas tudo o que conseguiu ouvir foi o som de carros e ônibus que passavam pela rua e, mais ao longe, o som de sinos.
Quando voltou para dentro de casa, pôde ouvir muitos outros sons: o zumbido da geladeira, sua mãe lavando a louça, a televisão – que quase sempre estava ligada, mesmo quando não havia ninguém assistindo. Mas não havia nada de extraordinário nesses sons. Então ele lembrou de que o homem havia dito que um bom LUGAR DE OUVIR poderia ser o próprio quarto. E, quando sua mãe lhe disse que estava na hora de ir para a cama, ficou realmente contente de, afinal, estar sozinho no quarto, onde era mais silencioso, e poderia tentar novamente.
Eduardo estava bastante consciente de todos os sons que fazia enquanto se arrumava para ir para a cama; quando puxou os lençóis para se cobrir e eles farfalharam secamente, percebeu que nunca, realmente, ouvira esses barulhos.
Então, ficou ali deitado, muito quieto, e começou a se concentrar.Nada. Somente os sons abafados da conversa de seus pais, lá em baixo, na sala.Ele apelou para todas as suas forças e concentrou-se no som que queria ouvir – as estrelas banhando-se n’ água. Inspirando profundamente ainda outra vez, começou de repente, a ouvir um tilintar muito fraquinho, que parecia estar ao mesmo tempo sobre ele, e bem longe, lá em cima.
A princípio, não tinha certeza de estar mesmo ouvindo aquilo; o som parecia vir de milhões e milhões de quilômetros de distância. Aí, foi ficando mais forte. Era como se fossem bolinhas borbulhando numa cachoeira, ou papel celofane sendo amassado. Mas não era exatamente igual a nenhuma dessas coisas. Era um som muito mais rico, como toda uma orquestra de minúsculos instrumentos, que ninguém jamais houvesse descoberto.
Eduardo ficou muito tempo ouvindo atentamente. Às vezes parecia vir de muito longe, outras, bem de dentro de sua cabeça, e algumas outras, de ambos os lugares ao mesmo tempo. Como um milhão de sininhos muito pequenos soando como violinos, faiscando e balançando… faiscando e balançando…. faiscando e balançando…
Quando Eduardo acordou pela manhã, estava tão ansioso para ir à escola e contar à professora Simone o que havia ouvido que, tomou apressadamente o café da manhã e correu a metade do caminho, o que na verdade não era preciso, pois ele sabia que tinha muito tempo.
Mas de repente, um pensamento perturbador lhe veio à cabeça. Ele havia ouvido o som muito bem, mas como descrevê-lo para os colegas? Não poderia tocá-lo ou cantá-lo, ou ao menos não com muita precisão. Isso o preocupou tanto que, quando chegou à escola, já estava com medo da hora em que Simone pediria para contar à classe se havia conseguido ouvir o som e descrevê-lo.
Mas, quando chegou a hora da aula de música, Simone fez a pergunta para a classe toda: “Quantos de vocês encontraram um LUGAR DE OUVIR e conseguiram escutar os sons mágicos que procuravam?”.
Eduardo ficou surpreso ao ver que muitos de seus colegas haviam encontrado o LUGAR DE OUVIR.
_ “E quantos de vocês ouviram o som das estrelas banhando-se n’água?”.

Provavelmente, metade da classe, pelo menos. Então Simone deu a cada um uma folha de papel e lápis de cera colorido e pediu que desenhassem os sons mágicos que haviam ouvido. Os desenhos eram os mais inusitados que se poderia imaginar.

Quando alguém olhar para eles (mesmo que não ouça o som das estrelas banhando-se n´água) saberá que foi a mais extraordinária música que alguém jamais poderia querer ouvir. Mais surpreendente que flautas, clarinetas e violinos.

_______________________________________
[1] Nome de origem hebraica que significa: aquela que ouve.

Referência

SCHAFER, R. Murray. O ouvido pensante. Tradução de Marisa Trench de O. Fonterrada, et al. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1991.

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AVAI!…Quer Saber 2?… Enchentes, por quê?

Postado em 08 junho 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

AVAI!…Quer Saber?…

Precisa-se saber!…

Porque Itaperuna esta fadada a sofrer com as enchentes, cada vez mais e maiores, e nada é feito para amenizá-la? Os itaperunenses nada sabem sobre possíveis soluções e providencias que deveriam estar sendo tomadas. Vamos alertar aos que não estão ligados, que soluções existem e várias cidades no Brasil, já estão resolvendo a questão das enchentes, por meios, em alguns casos, simples e baratos.

Para os que ainda não sabem a ANA (Agência Nacional de Águas), tem visitado Itaperuna em várias ocasiões, flertando com as nossas autoridades, para que sinalizem com o mínimo de vontade política, apresentando projetos para que o governo federal invista em nosso município. Dinheiro no governo federal para esta finalidade, não faltam e tem prioridade sobre outras demandas, faltam são os projetos serem apresentados.

Poderíamos conscientizar ainda aos itaperunenses, caso as autoridades tivessem em mãos o projeto de engenharia, contemplando as obras e soluções para resolver as enchentes em Itaperuna, mas a inexistência deste projeto é a única certeza que temos. O poder público poderia estar destinando uma pequena parcela para este fim, apesar serem os menores orçamentos entre as demais secretarias e outros órgãos, esta aí mais uma vez demonstrado a falta de vontade dos nossos políticos para com a cidade, destinando apenas 0,7 %, somados do orçamento global do município, para as três secretarias que deveriam estar trabalhando e resolvendo a questão das enchentes: Meio Ambiente, R$ 575.000,00, Obra/Saneamento, R$ 844.000,00 e Planejamento, R$ 405.000,00, para 2011.

Por ocasião das enchentes a área alagada na cidade, chega a atingir 5 km², inundando áreas residenciais e comerciais. Áreas estas que na maioria das vezes, são nobres, causando prejuízos incalculáveis ao comércio e aos proprietários de imóveis, ainda causando total impossibilidade de transitar pelas ruas da cidade. Por consequência, degradação, desvalorização e não investimentos, migrando assim para outros pontos menos nobres da cidade, que não sofrem com as inundações.

É sabido com bases técnicas, que a cidade de Itaperuna esta sujeita a três tipos de enchentes, provenientes da calha principal do rio Muriaé, nas secundárias, valões e córregos e a simultânea.

Para o caso da calha principal, demandaria custos maiores e certamente dependeria de recursos, Estadual e ou Federal, mas para as secundárias em muitos casos, podem ser resolvidas com recursos municipais. O que poderia já estar sendo feito sem grandes aportes ao erário municipal. A população tão sofrida com a falta de competência administrativa, que assola Itaperuna, agradeceria e ficaria com certeza, mais feliz com os nossos governantes!…

AVAI – Associação de Voluntários Amigos de Itaperuna
avaiitaperuna@hotmail.com

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“Sambrália” no SESI nesta sexta 27/05

Postado em 26 maio 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

Dia 27 (sexta-feira) às 20h – o Teatro SESI apresentará em seu circuito o “Sambrália”, com o show “Meu Sempre Samba Novo”. No seu repertório, clássicos do Samba, do Choro e da Bossa Nova, como: Noel Rosa, Lupicínio Rodrigues, Chico Buarque, Paulinho da Viola, Tom Jobim; e alguns dos novos nomes desse cenário, como: Maria Rita, Marcelo Camelo, Roberta Sá, dentre outros. O grupo conta também com composições próprias e convida a todos para conhecer o seu sempre samba novo.

Voz: Aline Braz; Piano e Teclados: André Codeço; Cavaquinho e Trombone: Anézio Freitas; Violão: Natália Motta; Bateria: Marquinho Aguiar; Percussão: Vinny Teixeira; Flauta Transversal: Emanuel do Couto; Violino e Sax: Júnior Moretti; Baixo: Alex Abraao ; e convidados.

O Sambrália é um grupo que se propõe fazer música brasileira. Formado em 2010 no Cecam (Centro Codeço de Aperfeiçoamento Musical – Itaperuna -), escola de música conveniada ao CBM-RJ (Conservatório Brasileiro de Música)

Teatro SESI Itaperuna
Av. Deputado José de Cerqueira Garcia, 883 – Bairro Presidente Costa e Silva.
27/05 às 20h.
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) / R$ 5,00 (sócio, estudante, idoso).
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Combate ao bullying – C.E. 10 de Maio

Postado em 24 maio 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

Filósofos da linguagem costumam postular que a existência de uma situação se dá na medida em que ela é transposta em palavras. Esta, talvez, seja a principal perplexidade que vivem muitas pessoas ao pensarem no bullying. Se, até algum tempo, essa prática não tinha nome específico e era considerada uma brincadeira normal entre jovens, hoje ela ganha não só nome, mas discussões, campanhas, medidas educacionais e muitos exemplos para provarem que ela não é normal e nem um pouco honrosa.

Em Itaperuna, o bullying vem sendo combatido, nas escolas em geral, a partir de uma visão pedagógica que compreende a interação direta dos alunos com a conscientização inerente ao assunto. Olga Lívia Pinto de Oliveira, uma das educadoras pedagógicas que faz parte da equipe de coordenação, por exemplo, diz que, em seu colégio, o 10 de maio, o tema foi pensado muito antes de explodir na imprensa o caso de horror vivido em Realengo, no mês de abril, que reforçou ainda mais o debate sobre o bullying. “Desde que começamos o ano letivo, trouxemos a proposta de levantar a questão não só do bullying, mas da violência como um todo, a fim de evidenciarmos para nossos alunos que violência gera violência, e até um xingamento, uma ofensa, um bullying é um forma de violência”, explica a educadora, ressaltando que o papel da família nesses casos de agressividade é de extrema importância. “Os pais e/ou responsáveis têm participação direta neste processo de combate ao bullying e à violência como um todo. O diálogo, bem como a atenção para com aquele/a jovem, é essencial”, acrescenta.

Com o título “As muitas faces da violência”, a instituição de ensino enaltece o trabalho dos professores que, através de debates e do conteúdo de um modo geral, se dedicam neste processo diário. “Nossos educadores estão orientados a sempre abordarem essa questão como forma esclarecedora e evidente para mostrar as consequências do bullying. Para se ter uma ideia de como o assunto vem sendo aplicado aqui, até mesmo as provas já estão sendo aplicadas com textos que abordam a violência e aceitação do outro”, afirma.

O dia 17 de junho, conforme enfatiza Olga Oliveira, será um dia destinado a esse projeto. “Após nos destacarmos no cenário regional no combate à violência nas escolas, repito, antes mesmo de esse episódio acontecer em Realengo, o nosso projeto, que havia sido aprovado pela Secretaria de Educação, ja existia. No dia 17 de junho, encerraremos esse tema com uma culminância que será pautada neste contexto. Serão dezenas de informações e atividades que fecharão com chave de ouro esta etapa”, finaliza

Matéria realizada em: 19/04/11
Fonte: http://www.jornalmaniadesaude.com.br/?arquivo=home.php&idedicao=61
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Dica: O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou no final do ano passado cartilha para ajudar pais e educadores a prevenir o problema do bullying nas suas comunidades e escolas.Mais informações? Siga o link abaixo.

http://www.cnj.jus.br/campanhas-do-judiciario/bullying
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AVAI!… Quer Saber?…

Postado em 18 maio 2011 por Marco Antonio Mattos Rezende

Logomarca da Associação AVAI contém o mapa de Itaperuna

AVAI!… QUER SABER?….

Precisa-se Saber!….

Por que o trânsito em Itaperuna, este cada vez mais caótico, e as autoridades nada fazem? Os itaperunenses nada sabem sobre possíveis soluções para a crítica situação em que se encontra o nosso trânsito, vamos alertar aos que não estão ligados, que o número de veículos triplicou na última década. Seria tão difícil?… com os R$ 7.762.296,55, destinados à Secretaria de Transporte para 2011, transformar uma parcela de toda esta grana, em engenharia de trânsito, com pequenas obras e atitudes, ter a competência de terceirizar a incompetência da administração pública, para que nossa cidade possa acompanhar o desenvolvimento econômico da nação, sem pagar este preço de assistir à distância, o que está acontecendo no Brasil e no mundo.

Parece que não basta termos a nossa principal avenida, a Cardoso Moreira, que na verdade deveria se chamar BR 356, servindo de corredor para todo o trânsito viário, leste x oeste, da região.

Por que não ter atitudes mais inteligentes, sem a retórica na indústria da multa, tornando o centro de Itaperuna uma praça de estacionamento rotativo, para servir ao comércio em geral, estendendo gradativamente para os bairros?

Que impede de criarmos outras opções para atravessarmos a cidade, sem ter que passar por uma única via que nas enchentes ficam interrompidas? Seria para facilitar as “blitz” rodoviárias e tornar mais fácil a fiscalização no trânsito? Seria inaceitável tal justificativa.

Transitar de bicicleta em Itaperuna em dias normais, é uma aventura radical, passível de todo tipo de riscos. Por que não fazermos pequenas obras que facilitem o uso deste meio de transporte? O que inclusive não só contribuiria para desafogar o trânsito de veículos, estimulando ainda a prática saudável, no uso do ciclo viário.

Por que a sinalização em Itaperuna é tão precária? É muito comum se ver transeuntes perdidos, por pura falta de orientações básicas de trânsito e consequentemente cometendo imprudências nas “BRs” do centro da cidade.

AVAI – Associação de Voluntários Amigos de Itaperuna

Amigos AVAI,

Ontem 17/05, tivemos uma nova reunião proficua da AVAI, onde foi discutido e aprovado, os seguintes assuntos, criação de Email AVAI (que segue abaixo), logotipo (que está no topo da postagem), texto para divulgação e outros assuntos foram discutidos, possibilidade de elaboração de projetos culturais, ex: Curso de Elaboração de Projetos.

Agora sim, para divulgação pelos amigos AVAI.

Enviem suas sugestões para o e-mail:
avaiitaperuna@hotmail.com

Amigo Avai.

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