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	<title>Outra Revista &#187; Poesia</title>
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		<title>2012 &#8211; Milagre da Renovação</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 14:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio  Mattos Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Drummond Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Claudete Cerqueira]]></category>
		<category><![CDATA[outrarevista]]></category>

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		<description><![CDATA["Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
 a que se deu o nome de ano,
 foi um indivíduo genial.

 Industrializou-se a esperança,
 fazendo-a funcionar no limite da exaustão. "]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://3.bp.blogspot.com/-XRtiCNqbc1E/Tv8anUEQXFI/AAAAAAAADns/4WJnyOfFcLE/s1600/flores%2B%252864%2529_thumb%2B2.jpg"><img style="border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-XRtiCNqbc1E/Tv8anUEQXFI/AAAAAAAADns/4WJnyOfFcLE/s400/flores%2B%252864%2529_thumb%2B2.jpg" alt="" width="545" height="363" border="0" /></a></div>
<h2>O Tempo</h2>
<h2>&#8220;Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,<br />
a que se deu o nome de ano,<br />
foi um indivíduo genial.</h2>
<h2>Industrializou-se a esperança,<br />
fazendo-a funcionar no limite da exaustão. &#8221;<br />
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar<br />
e entregar os pontos.<br />
Aí entra o milagre da renovação<br />
e tudo começa outra vez, com outro número<br />
e outra vontade de acreditar<br />
que daqui para diante,<br />
vai ser diferente.</h2>
<h2>Carlos Drummond de Andrade</h2>
<h2>A todos um Feliz 2012 com muita Esperança e Renovação&#8230;<br />
Construindo um MELHOR VIVER.</h2>
<h2>Fonte:  <a href="http://claudetecomvoce.blogspot.com/2011/12/2012-milagre-da-renovacao.html">http://claudetecomvoce.blogspot.com</a></h2>
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		<title>Crianças&#8230;</title>
		<link>http://outrarevista.com/2011/10/criancas/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 21:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio  Mattos Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[outrarevista]]></category>
		<category><![CDATA[Pensadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Pensamentos de grandes Homens sobre as crianças: Hodding Carter, Albert Eistein, Mário Quintana, Platão e Oscar Wilde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-JxN0IhLu-fg/TpX4PTCyNQI/AAAAAAAAAwE/I4Nv1IJk5s8/s1600/G.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662705048181945602" src="http://3.bp.blogspot.com/-JxN0IhLu-fg/TpX4PTCyNQI/AAAAAAAAAwE/I4Nv1IJk5s8/s320/G.jpg" alt="" border="0" /></a></div>
<p>“Não quero adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto;e velhos, para que nunca tenham pressa”<br />
<a href="http://pensador.uol.com.br/autor/oscar_wilde/">Oscar Wilde</a></p>
<p>“Não eduques as crianças nas várias disciplinas recorrendo à força, mas como se fosse um jogo, para que também possas observar melhor qual a disposição natural de cada um”.<br />
<a href="http://pensador.uol.com.br/autor/platao/">Platão</a></p>
<p>“Só as crianças e os velhos conhecem a volúpia de viver dia-a-dia, hora a hora, e suas esperas e desejos nunca se estendem além de cinco minutos&#8230;”<br />
<a href="http://pensador.uol.com.br/autor/mario_quintana/">Mário Quintana</a></p>
<p>“O estudo em geral, a busca da verdade e da beleza são domínios em que nos é consentido ficar crianças toda a vida”.<br />
<a href="http://pensador.uol.com.br/autor/albert_einstein/">Albert Einstein</a></p>
<p>“Existem apenas dois legados permanentes que podemos esperar dar a nossas crianças. Um deles é raízes; o outro, asas”.<br />
<a href="http://pensador.uol.com.br/autor/hodding_carter/">Hodding Carter</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Combate ao bullying &#8211; C.E. 10 de Maio &#8211; 2</title>
		<link>http://outrarevista.com/2011/06/combate-ao-bullying-c-e-10-de-maio-2-2/</link>
		<comments>http://outrarevista.com/2011/06/combate-ao-bullying-c-e-10-de-maio-2-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 19:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio  Mattos Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Bullying]]></category>
		<category><![CDATA[C.E. 10 de Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Itaperuna]]></category>
		<category><![CDATA[outrarevista]]></category>
		<category><![CDATA[Turma 1005]]></category>

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		<description><![CDATA[Turma 1005 – C.E 10 de Maio - Projeto “As muitas faces da Violência”- Painel / Bullying - 

“Todos os dias quando acordo,

Não tenho mais o tempo que passou

Mas tenho muito tempo:

Temos todo o tempo do mundo.

Todos os dias antes de dormir,

Lembro e esqueço como foi o dia:

"Sempre em frente,

Não temos tempo a perder... Veja as fotos...


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div><embed src="http://widget-2c.slide.com/widgets/slideticker.swf" type="application/x-shockwave-flash" quality="high" scale="noscale" salign="l" wmode="transparent" flashvars="cy=lt&#038;il=1&#038;channel=576460752354551084&#038;site=widget-2c.slide.com" style="width:426px;height:320px" name="flashticker" align="middle"></embed></p>
<div style="width:426px;text-align:left;"><a href="http://www.slide.com/pivot?cy=lt&#038;at=un&#038;id=576460752354551084&#038;map=1" target="_blank"><img src="http://widget-2c.slide.com/p1/576460752354551084/lt_t000_v000_s0un_f00/images/xslide1.gif" border="0" ismap="ismap" /></a> <a href="http://www.slide.com/pivot?cy=lt&#038;at=un&#038;id=576460752354551084&#038;map=2" target="_blank"><img src="http://widget-2c.slide.com/p2/576460752354551084/lt_t000_v000_s0un_f00/images/xslide2.gif" border="0" ismap="ismap" /></a> <a href="http://www.slide.com/pivot?cy=lt&#038;at=un&#038;id=576460752354551084&#038;map=F" target="_blank"><img src="http://widget-2c.slide.com/p4/576460752354551084/lt_t000_v000_s0un_f00/images/xslide42.gif" border="0" ismap="ismap" /></a></div>
</div>
<p>Turma 1005 – C.E 10 de Maio &#8211; Projeto “As muitas faces da Violência”- Painel / Bullying - </p>
<p>“Todos os dias quando acordo,</p>
<p>Não tenho mais o tempo que passou</p>
<p>Mas tenho muito tempo:</p>
<p>Temos todo o tempo do mundo.</p>
<p>Todos os dias antes de dormir,</p>
<p>Lembro e esqueço como foi o dia:</p>
<p>&#8220;Sempre em frente,</p>
<p>Não temos tempo a perder.</p>
<p>Nosso suor sagrado</p>
<p>É bem mais belo que esse sangue amargo</p>
<p>E tão sério</p>
<p>E selvagem</p>
<p>E selvagem</p>
<p>E selvagem</p>
<p>Veja o sol dessa manhã tão cinza:</p>
<p>A tempestade que chega é da cor dos teus</p>
<p>Olhos castanhos</p>
<p>Então me abraça forte</p>
<p>E diz mais uma vez</p>
<p>Que já estamos distantes de tudo:</p>
<p>Temos nosso próprio tempo.</p>
<p>Não tenho medo do escuro,</p>
<p>Mas deixe as luzes acesas agora,</p>
<p>O que foi escondido é o que se escondeu,</p>
<p>E o que foi prometido, ninguém prometeu</p>
<p>Nem foi tempo perdido;</p>
<p>Somos tão jovens</p>
<p>tão jovens</p>
<p>tão jovens”</p>
<p>Renato Russo</p>
<p>Fonte: musica.com</p>
<p>Siga o Blog da Turma 1005:</p>
<p><a href="http://www1005emmovimento.blogspot.com/">http://www1005emmovimento.blogspot.com/</a></p>
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		<item>
		<title>Um dia eu acordei&#8230; Millena</title>
		<link>http://outrarevista.com/2010/12/um-dia-eu-acordei-millena/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 16:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio  Mattos Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Itaperuna]]></category>
		<category><![CDATA[Millena]]></category>
		<category><![CDATA[outrarevista]]></category>

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		<description><![CDATA[Com os olhos sonolentos um dia eu acordei. Existia um céu, uma Terra, um sol que brilhava todas as manhãs até então, existiam as nuvens com seus formatos engraçados, as cores do arco-íris...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_XG8-CW3fnnk/TQ-F1J7uZoI/AAAAAAAAC6w/CN_Go7uUsNI/s1600/Millena%2B2.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5552804013817095810" src="http://4.bp.blogspot.com/_XG8-CW3fnnk/TQ-F1J7uZoI/AAAAAAAAC6w/CN_Go7uUsNI/s320/Millena%2B2.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<div style="text-align: left;">
<p>Com os olhos sonolentos um dia eu acordei. Existia um céu, uma Terra, um sol que brilhava todas as manhãs até então, existiam as nuvens com seus formatos engraçados, as cores do arco-íris, e a chuva que caia lá fora, longe, longe de tudo, gota por gota que caía nos campos verdes.</p>
<p>Um dia eu acordei, e o dia já não era o mesmo, e eu já não era a mesma, e as coisas em minha volta já não eram as mesmas. Tudo havia se modificado com uma rapidez instantânea e com uma raiva bruta e delicada. Apenas com os ruídos não entendidos de uma vida que continuava a se movimentar lá fora, como um ritmo de dança, que a gente não pode parar, caminhando com os passos uma hora lentos, e outra hora, rápidos demais, de um mundo onde você precisa encaixar-se, ou ele simplesmente devora você.</p>
<p>Um dia eu acordei com o sopro da brisa vindo me invadir com uma sensação fantasiosa, insistindo em me mostrar que o tempo havia também mudado, e que como um ciclo, o presente se transformava em passado. E que mais uma fase existia em passar, como todo o resto passou, apenas guardando uma nostalgia de uma vida que passa, passageira.</p>
<p>Millena.</p>
<p><a onclick="_linkInterstitial('http://wwwtangerinee.blogspot.com/'); return false;" href="http://wwwtangerinee.blogspot.com/" target="_blank">http://wwwtangerinee.blogspot.com/</a></p>
<p>.</p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Los Ojos &#8211; Shirley Carreira</title>
		<link>http://outrarevista.com/2010/07/los-ojos-shirley-carreira/</link>
		<comments>http://outrarevista.com/2010/07/los-ojos-shirley-carreira/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Jul 2010 04:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio  Mattos Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Los ojos---- Abrimos tanto los ojos al mundo que perdemos los detalles del camino...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://img34.imageshack.us/img34/7206/shirleycarreiralosojos5.jpg"><img class="alignnone" title="Shirley Carreira" src="http://img34.imageshack.us/img34/7206/shirleycarreiralosojos5.jpg" alt="" width="545" height="409" /></a></p>
<p>Fonte: <a href="http://shirleysgcarreira.blogspot.com/">http://shirleysgcarreira.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>NO DIA DA MORTE DE JOSÉ SARAMAGO &#8211; Poema &#8211; Por Sylvia Beirute</title>
		<link>http://outrarevista.com/2010/06/no-dia-da-morte-de-jose-saramago-poema-por-sylvia-beirute/</link>
		<comments>http://outrarevista.com/2010/06/no-dia-da-morte-de-jose-saramago-poema-por-sylvia-beirute/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2010 23:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio  Mattos Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[NO DIA DA MORTE DE JOSÉ SARAMAGO
{poema de homenagem}


agora, livre da coadjuvância das afectações: os
deuses se escondem nas artérias do teu
silêncio...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_XG8-CW3fnnk/TBv-G_SsumI/AAAAAAAACa4/pNw3O8Iojms/s1600/Jos%C3%A9+Saramago.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5484256367276243554" src="http://1.bp.blogspot.com/_XG8-CW3fnnk/TBv-G_SsumI/AAAAAAAACa4/pNw3O8Iojms/s320/Jos%C3%A9+Saramago.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div>NO DIA DA MORTE DE JOSÉ SARAMAGO<br />
{poema de homenagem}</div>
<p>agora, livre da coadjuvância das afectações: os<br />
deuses se escondem nas artérias do teu<br />
silêncio, na tua fraqueza perfeita porque<br />
sem o hábito de se auto-observar.<br />
voltaste a ti: numa outra intermitência da morte, com<br />
o sublime que é tudo aquilo que ignora um todo e<br />
conduz uma perspectiva até ao quociente interno<br />
de uma invisibilidade que fala através<br />
do teu questionário incicatrizável.<br />
e daí tudo vês: vês-me faltar de propósito à<br />
conclusão do meu poema, vês o peso<br />
da omnipresença do abstracto, da hora antiga,<br />
vês as minhas infâncias e urgências juntas e tar-<br />
dando hoje em se converterem, devolvendo-me<br />
ao que eu era: ao início do dia.</p>
<p>Sylvia Beirute<br />
inédito</p>
<p>Fonte: <a href="http://sylviabeirute.blogspot.com/">http://sylviabeirute.blogspot.com/</a></p>
<p>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>INTIMIDADE &#8211; Sylvia Beirute</title>
		<link>http://outrarevista.com/2010/04/intimidade-sylvia-beirute/</link>
		<comments>http://outrarevista.com/2010/04/intimidade-sylvia-beirute/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Apr 2010 21:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio  Mattos Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[INTIMIDADE 




não se trata de uma sede ser capaz de fazer evaporar
um oceano
ou de uma mentira poder ter absoluta razão, ou que
envaidece a abstracção na oxidação do cansaço estético...
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><a href="http://img11.imageshack.us/img11/5636/sylviabeirute.jpg"><img class="alignnone" title="Intimidade " src="http://img11.imageshack.us/img11/5636/sylviabeirute.jpg" alt="" width="400" height="267" /></a></h1>
<h1>INTIMIDADE</h1>
<h2>Sylvia Beirute</h2>
<p>não se trata de uma sede ser capaz de fazer evaporar<br />
um oceano<br />
ou de uma mentira poder ter absoluta razão, ou que<br />
envaidece a abstracção na oxidação do cansaço estético.<br />
e mesmo que não saibamos de que se trata,<br />
sempre diremos que não consiste a fotografia deste momento<br />
em inevitar a obliteração dos exemplos, de uma<br />
consciência que extravia<br />
colégios de identidade, palácios de consolação, relógios<br />
casuais que dão forma aos pormenores do tempo.<br />
encontramo-nos na orla do círculo, na superfície do branco<br />
após o negro que o percorre e mutila como a<br />
invenção que brota ou o poema que transnomina no ventre<br />
e cujos versos mudam de lugar em caso de fogo<br />
e natureza intacta.<br />
sabemos apenas que o presente<br />
é uma prótese do passado, e talvez isso chegue<br />
para que devamos fechar os olhos, contornar os nossos<br />
corpos sem uma só morte sobrevivente, e deixar que<br />
o momento prossiga em completo vazio.</p>
<p>Sylvia Beirute &#8211; Natural de Faro, Portugal. Estuda cinema e teatro e nasceu em 10 de Dezembro de 1984. Escreve poesia e teatro para mudar o seu mundo e diz-se a favor do Acordo Ortográfico na versão de 1945. Integra o grupo literário texto-al e é autora do blogue Uma casa em Beirute. Tem colaborações dispersas em revistas literárias de Portugal, Espanha, Alemanha, Estados Unidos, Argentina e Brasil.</p>
<p>Seu Blog:<br />
<a href="http://sylviabeirute.blogspot.com/">http://sylviabeirute.blogspot.com/</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Do Galho da Laranjeira &#8211; Abimar Garcia Pereira</title>
		<link>http://outrarevista.com/2010/03/do-galho-da-laranjeira-abimar-garcia-pereira/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 03:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio  Mattos Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Canta, Canta, passarinho
No galho da laranjeira
Minha maior alegria
Te ouvir pela vida inteira
O teu cantar me fascina...
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><a href="http://img687.imageshack.us/img687/3982/abimargarciacpia.jpg" target="_blank"><img class="alignnone" title="Abimar Garcia" src="http://img687.imageshack.us/img687/3982/abimargarciacpia.jpg" alt="" width="545" height="410" /></a></h1>
<h1 style="text-align: center;">Do Galho da Laranjeira</h1>
<h2 style="text-align: center;">De Abimar Garcia Pereira</h2>
<p style="text-align: center;">Canta, Canta, passarinho<br />
No galho da laranjeira<br />
Minha maior alegria<br />
Te ouvir pela vida inteira<br />
O teu cantar me fascina<br />
Me deixa emocionado<br />
Me traz lindas lembranças<br />
Me faz mais apaixonado<br />
Não sofro por amar alguém<br />
Nem quero te ver na gaiola<br />
No galho da laranjeira<br />
O teu cantar me consola<br />
Passarinho!<br />
Nunca deixe de cantar<br />
Teu canto me traz alegria<br />
Me impedindo de chorar<br />
Teu cantar é só ternura<br />
Em qualquer ocasião<br />
Me traz leveza pra alma<br />
E paz pro meu coração</p>
<p>Esse Poema faz parte do livro &#8220;Busca&#8221; de Abimar Garcia Pereira</p>
<p style="text-align: center;">.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lembranças de meu pai &#8211; Laércio Andrade de Souza</title>
		<link>http://outrarevista.com/2010/03/lembrancas-de-meu-pai-laercio-andrade-de-souza/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 03:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio  Mattos Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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Sem medo, com esperança
Era apenas uma criança
A sentir o odor da floresta orquestrada pelo vento
A ouvir o canto dos passarinhos...
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			<content:encoded><![CDATA[<h1><a href="http://img514.imageshack.us/img514/371/larcio800.jpg" target="_blank"><img class="alignnone" title="Laércio e Neto" src="http://img514.imageshack.us/img514/371/larcio800.jpg" alt="" width="545" height="409" /></a></h1>
<h1>Lembranças de meu pai</h1>
<p>Laercio Andrade de Souza</p>
<p>Ensinou-me a caminhar com segurança<br />
Sem medo, com esperança<br />
Era apenas uma criança<br />
A sentir o odor da floresta orquestrada pelo vento<br />
A ouvir o canto dos passarinhos<br />
O amor das aves em seus ninhos<br />
A descobrir o sabor da água em sua fonte<br />
Ver do alto o horizonte<br />
E no arco-íris, uma ponte</p>
<p>Ensinou-me que alegria não é só antônimo de tristeza<br />
Mas também atributo da beleza<br />
Que amar é respeitar a natureza<br />
E ao próximo como a si mesmo<br />
Amparou-me no tropeço</p>
<p>Ensinou-me que a vida não tem preço<br />
Olhar para o céu, que extasia!<br />
Eu nada via, nada compreendia<br />
Queria, certamente, mostrar Deus<br />
(Difícil empreitada?!)<br />
Que nada!<br />
Era tudo tão belo e infinito<br />
Que acabei convicto</p>
<p>Ensinou-me ecologia<br />
A respeitar os animais e os vegetais<br />
Flora e fauna em harmonia<br />
Não falou em economia<br />
O mundo é tão farto, basta a partilha<br />
Pregava a filantropia</p>
<p>Ensinou-me que o amor é Divindade<br />
Desvendando o “enigma” da Trindade<br />
Que o mundo tem muita vaidade<br />
Pouca caridade!<br />
Que o pão não é só alimento<br />
Mas transmuda a vida num momento</p>
<p>Pai, mestre sem maestria<br />
“Filósofo” sem filosofia<br />
“Doutor” em pedagogia<br />
“Mestrando” em teologia<br />
Pai&#8230; só alegria!</p>
<p>Itaperuna, 25/01/2010.</p>
<p>O autor é advogado, membro da Academia Itaperunense de Letras, tem como referência Regional Pe. Hubert Lindelauf e o nacional Alceu Amoroso Lima (“Tristão de Ataíde”).</p>
<p>PS1: Dedico este poema a meu neto Laércio Andrade de Souza Neto, 12 anos, quem digitou, com competência, o poema.</p>
<p>PS2: Este poema foi uma resposta ao meu neto sobre como eu fora educado, se meu pai tinha estudado, se passeava comigo, como era o céu na roça em que fui criado, a montanha denominada “Serra” e outros questionamentos.</p>
<p>.</p>
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