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	<title>Outra Revista &#187; Poesia</title>
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		<title>O Protesto de um Poeta</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 17:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Antonio  Mattos Rezende</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Culturita]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Cerqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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		<description><![CDATA[De Luiz Cerqueira, Homenagem ao Poeta: O poeta cria para não morrer de solidão...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://img340.imageshack.us/img340/6535/luizantonio2.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter" title="O Protesto" src="http://img340.imageshack.us/img340/6535/luizantonio2.jpg" alt="" width="560" height="420" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Homenagem ao Poeta</strong></p>
<p style="text-align: center;">Luiz Cerqueira</p>
<p>          O poeta cria para não morrer de solidão no seu mundo inalcançável pelos outros. O poeta sofre e chora para viver no mundo norma, mas não é compreendido e é sempre levado de volta ao seu mundo pela solidão. No mundo do poeta só suas criaturas habitam, não há porta de entrada nem mesmo para o pensamento, daquele que não é poeta. Nos poucos momentos que um poeta habita o mundo dos homens normais ele sofre, não é compreendido e derrama seu pranto num papel. O poeta sonha, viaja pelo tempo, ele mata, ele dá vida, ele sofre com as suas vítimas, ri com seus palhaços, ama suas próprias desgraças, despreza o cheio e mergulha com toda sua força no vazio, sabe-se lá em quê&#8230; É assim, ou parece-me assim o dilema de um ser estranho, meio homem meio bicho, a quem os normais gentilmente chamam; POETA.</p>
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